10 tendências de BI que podem transformar o seu negócio
Confira qual a melhor forma de tratar os seus dados em benefício da sua empresa

Os desdobramentos gradualmente implementados pelo novo milênio levaram o universo corporativo a uma era em que o conhecimento se configura como o maior ativo de qualquer organização. Fato é que, com a disseminação das informações (comandada pela digitalização total dos registros empresariais, pela expansão da banda larga, pela mobilidade, pelos serviços em nuvem e pela formação de um público cada vez mais on-line), todos passaram a ter acesso a uma infinidade de dados. Mas isso, pura e simplesmente, não quer dizer nada. A questão é saber como transformar esses dados soltos em inteligência empresarial, em informações estratégicas que permitam ao gestor dar um passo à frente da concorrência. O Business Intelligence (BI) é a resposta para o preenchimento dessa lacuna.
Nas próximas linhas você entenderá o que é o Business Intelligence, quais são os custos envolvidos em sua implementação, por que sua empresa não pode abrir mão dessa solução e quais são as tendências de BI que podem funcionar como verdadeiros divisores de águas na história do negócio. Pronto para se tornar praticamente um expert no assunto? Acompanhe:
Por que é preciso investir em recursos de inteligência?
Imagine um centro de reparo automotivo de grande porte com alvo em frota empresarial (B2B) que gasta 2 horas para fazer a higienização do ar-condicionado dos veículos, serviço pelo qual obtém um lucro de 100 reais. Suponha agora que essa mesma oficina trabalhe também com sistemas de diagnóstico ABS e airbag, além de reavaliação da injeção eletrônica, serviços que lhe rendem 80 reais de lucro, mas que demandem, por outro lado, apenas 1 hora de trabalho. Nesse caso, mesmo ganhando menos por serviço, a partir de quantos clientes passaria a ser mais interessante focar só nos diagnósticos de airbag e verificação de injeção eletrônica, em detrimento da higienização de ar-condicionado?
Consegue imaginar o quão complexo é tomar essa decisão? Para fazer um estudo realmente detalhado e minimizar as possibilidades de erro, é preciso fazer um cruzamento complexo de dados de horas trabalhadas, lucro líquido por cada serviço, média de procura de cada uma dessas avaliações (respeitando inclusive as flutuações sazonais), além de uma investigação de preço e qualidade da concorrência.
Esse exemplo serve para explicar que, independentemente do tamanho da empresa, o mundo dos negócios lida hoje com uma quantidade imensa de variáveis, leque que separa os bem-sucedidos dos estagnados no mercado. Assim, ainda que decisões cotidianas pareçam simples, existe, por trás, um oceano de questões que devem ser cruzadas e ponderadas, a fim de não desperdiçar recursos e não gastar, por exemplo, com ações de marketing ineficientes, acabando por perder clientes para a concorrência.
Subestimar o complexo cenário envolvido no processo decisório (e a necessidade de recorrer a ferramentas de inteligência para tomar decisões mais assertivas) explica por que cerca de 50%das empresas fecham as portas antes de sequer completarem 4 anos de existência.
O que é Business Intelligence?
Seja em uma empresa desenvolvedora de softwares, em uma indústria de bens de capital, em uma fornecedora de soluções para a construção civil ou em uma agência de marketing, a dinâmica dos processos de negócios gera, ainda que de forma inconsciente, montanhas de dados internos ao longo da existência da organização.
São dados de demonstrativos contábeis, registros de movimentações financeiras, planos de negócios, registros de ações de marketing, indicadores de performance, de avaliações de desempenho, informações de vendas e muito mais. E as variáveis não se esgotam aí. Há ainda os dados externos, como flutuações de câmbio, série histórica de elevações de impostos, taxas de juros, aumento do custo médio de insumos, performance da concorrência, aumento de entrantes no mercado e assim por diante. O resultado de uma empresa é fruto de todos esses dados e muitas outras peculiaridades.
Com isso em mente, como é possível ainda existirem gestores que se presumem capazes de tratar toda essa quantidade de dados de forma manual, baseados em pura intuição ou experiência? Essa postura é especialmente preocupante, pois os concorrentes certamente já começaram a adotar soluções de BI para tomar as mesmas decisõe, com muito mais precisão e rapidez.
Conceito de BI
Business Intelligence, termo que se tornou febre nas empresas nos últimos anos, refere-se simultaneamente a um conceito e a uma aplicação. Diz respeito tanto à importância de coletar, organizar, processar e analisar os dados que circundam o universo da empresa, gerando informações estratégicas, como aos softwares de alta capacidade de processamento, capazes de realizarem esse trabalho.
As tecnologias de BI podem suportar uma imensa quantidade de dados não estruturados e de fontes internas e externas. O grande segredo dessas soluções está na possibilidade de interpretar todas essas variáveis em uma velocidade e com uma precisão muito superiores ao que o mais genial dos gestores seria capaz de prover. Business Intelligence significa, dessa forma, proporcionar inteligência gerencial ao negócio.
A história do BI está profundamente ligada à existência de sistemas transacionais, como ERPs (sistemas de gestão empresarial), CRMs (gestão de relacionamento com o cliente) e Supply Chain Management (gestão inteligente da cadeia de suprimentos). Com tantas fontes de geração de dados preciosos, tornou-se essencial ter um software que possibilitasse integrar os rastros de diversas fontes em uma única plataforma, correlacionando-os no intuito de identificar, desenvolver e até criar oportunidades de negócios.
Inicialmente empregado apenas em âmbito estratégico, o Business Intelligence é hoje largamente usado em todos os níveis da organização (operacional, tático e estratégico), auxiliando desde a identificação de falhas nos processos produtivos, passando pela formulação de campanhas de marketing e de preços, até chegar à montagem de planos de expansão.
Na prática, esse processo gradativo de implantação de inúmeros sistemas informatizados nas empresas (que vem ocorrendo desde a década de 1990) produziu um imenso estoque de dados, com lógicas próprias e dificuldades de integração. O conceito de BI surgiu para solucionar essas demandas, por meio do desenvolvimento de múltiplas tecnologias para criar, a partir dos dados, um profundo ambiente de conhecimento, dentro do qual se tem a produção sistemática de informação gerencial, obtida de forma rápida e consistente. Tudo isso torna as empresas mais competitivas, aumentando seu poder de mercado.
Ferramentas de BI
As primeiras ferramentas de BI (à época, de alto custo de implementação e de difícil manuseio por leigos) surgiram ainda nos anos 1970. Entretanto, com o desenvolvimento dos bancos de dados relacionais, das interfaces gráficas e dos computadores pessoais, os fornecedores de soluções em inteligência de negócios passaram a trabalhar no desenvolvimento de uma diversidade de produtos mais amigáveis aos gerentes e diretores corporativos, de custos reduzidos e maior nível de eficiência.
Avançando mais no tempo, com o surgimento recente do modelo SaaS (Software como Serviço, em que poderosas soluções de TI são adquiridas a baixo custo por meio de mensalidades), dos serviços em nuvem e dos superprocessadores, o BI se multiplicou em inúmeras ferramentas que explicam sua alta capacidade de análise. Algumas delas são:
- Data Mart: trata-se de um pequeno armazenamento de dados que fornece suporte à decisão de um grupo restrito de pessoas, uma espécie de pequeno Data Warehouse. Possui custos mais baixos e sua implantação é mais rápida do que o Data Warehouse (servindo inclusive como teste para sua implantação). Cuida da solução de problemas locais ou departamentais.
- Data Warehouse: aqui já se tem um ambiente estruturado, escalável e de alta capacidade de armazenamento dos dados de todos os âmbitos da empresa, fornecendo soluções gerenciais em todos os níveis. É projetado para dar suporte à análise de dados de múltiplas aplicações, os quais são sumarizados, agregados e correlacionados para uma análise rápida e precisa.
- On-Line Analytic Processing (OLAP): estrutura que fornece condições para análise de dados on-line, capaz de responder aos questionamentos da alta direção da empresa, bem como de seus gerentes em função dos desafios do negócio. Possibilita uma análise dinâmica e multidimensional dos dados consolidados em um Data Warehouse, por exemplo.
- Data Mining: processo do BI destinado a extrair informação de abrangência máxima e que preencha requisitos de validade a partir de grandes bases de dados, usando-a para efetuar decisões essenciais ao negócio, por meio de algoritmos complexos e técnicas estatísticas. Segundo a pesquisadora Luciana Gomes Castanheira, o cérebro humano é capaz de efetuar até 8 comparações simultâneas, sendo função do Data Mining justamente expandir esse rol de possibilidades ao infinito, gerando decisões precisas.
Percebeu agora por que uma empresa dotada desse tipo de solução tem vantagem competitiva incomparável em relação a seus concorrentes que ainda trabalham com decisões puramente manuais?
O que são indicadores de desempenho?
Muitas organizações investem no uso da inteligência de negócios, mas o problema é que nem todas sabem interpretar seus indicadores de desempenho corretamente, o que pode acabar comprometendo o uso da solução. De início, cabe aqui a distinção entre métricas e indicadores de desempenho (KPIs). Enquanto os primeiros se referem a dados brutos, armazenados em um Data Warehouse ou Data Mart, os indicadores de desempenho estão um nível acima, configurando-se como indicações de movimentos calculados a partir das métricas. Pode-se ter, assim:
- Métrica: 30 assinaturas de softwares neste mês;
- Indicador: assinatura de softwares 30% menor em relação ao mês anterior.
A análise das métricas por uma solução de inteligência gerencial resulta na elaboração de indicadores de desempenho, que devem ser corretamente interpretados a fim de subsidiar a criação de metas, que, por sua vez, nortearão o crescimento da organização. Os indicadores de desempenho, além de avaliarem a performance da empresa, auxiliam na análise de tendências, na melhoria contínua da organização e na revisão de processos, tornando o negócio mais capacitado para se expandir em qualquer que seja o segmento.
Como o BI pode beneficiar a gestão da empresa?
Agora vamos apresentar as vantagens trazidas pelo investimento em BI e quais são os benefícios práticos que ele proporciona a um negócio:
Planejar com maior efetividade
Quem trabalha com inteligência de negócios faz a gestão da empresa e seu planejamento sem se pautar em intuições, mas sim tomando como base sólidas pesquisas e análises estatísticas, fincadas em centenas de milhares de variáveis.
Tomar decisões embasadas
O BI trabalha com relações de causa e efeito, usando algoritmos, análise combinatória, série histórica e outras ferramentas matemáticas. Com isso, conjuga dados capturados de sistemas internos, bem como variáveis externas, como dados macroeconômicos, informações do mercado ou da concorrência. Levando tudo isso em conta, proporciona muito mais embasamento para o processo de tomada de decisões.
Conhecer melhor seus processos
A análise de dados tangencia todos os processos internos da empresa, do nível operacional às mais importantes decisões estratégicas. Com isso, é possível rever processos, eliminando etapas redundantes, erros de fabricação e sobreposição de atividades, análises essenciais antes da aplicação de uma política de downsizing, por exemplo.
Controlar melhor receitas e despesas
A gestão da empresa alcança níveis de excelência quando todos os processos e atividades passam a ser integrados e visualizados de forma holística, em uma única plataforma. No caso de dados financeiros e contábeis, integrar a realização de despesas com as informações do estoque, as receitas com o fluxo de caixa e o planejamento de investimentos e as alterações patrimoniais com balancetes da empresas, ajudam a dar uma visão muito mais completa sobre sua saúde financeira, bem como sobre a forma de administração dos recursos.
Avaliar a performance dos colaboradores
A aplicação de uma ferramenta de Balanced Scorecard (BSC) pode ser facilitada com o uso de soluções de BI, que poderão integrar as 4 perspectivas do BSC (processos internos, clientes, crescimento e, por último, financeiro e aprendizado), mesclando-as com dados da performance da organização. Isso permite um diagnóstico mais preciso da atuação de cada colaborador.
Acrescentar agilidade à análise de dados
A alta tecnologia e a grande capacidade de armazenamento e de tratamento de dados do BI permite a geração de informações gerenciais em alta velocidade. Essa agilidade é ideal para um universo corporativo que precisa de decisões rápidas, praticamente em tempo real.
Rapidez no retorno sobre o investimento
Embora se trate de uma métrica variável, que depende de diversos fatores internos e externos, pesquisas da área acadêmica apontam que o ROI na área de tecnologia costuma ficar em torno de 50% do valor aplicado, o que já dá uma ideia do valor agregado da TI nos processos internos de uma organização.
Como implantar projetos de Business Intelligence na empresa?
O processo de implementação do BI deve ser feito por especialistas em inteligência de negócios, cloud computing e hosting dedicado, que irão liderar e conduzir cada uma das etapas a seguir:
Mobilização dos stakeholders
O segredo para o sucesso na implementação de projetos de Business Intelligence está na padronização de dados. Mas se quem geralmente alimenta os sistemas são os stakeholders (principalmente colaboradores), o primeiro passo nesse processo consiste na conscientização coletiva. Essa fase passa, de início, pelo patrocínio e envolvimento profundo da alta direção e gerência. Posteriormente, são fundamentais palestras coletivas, reuniões de orientação (por departamento), trabalho de disseminação ideológica por meio de ações de endomarketing (mostrando a importância da gestão de dados) e monitoramento permanente com toda a equipe.
Levantamento de necessidades informacionais
Quais são as informações mais importantes a serem levantadas? O que se quer responder por meio do Business Intelligence? Essa é a etapa de listar os objetivos, ainda que não existam dados reais para subsidiar a busca.
Definição dos requisitos de informação
Entrevistar gestores de departamentos no intuito de compreender quais os sistemas computacionais existentes, onde estão e qual a qualidade dos dados, bem como as lacunas a serem preenchidas por meio da futura arquitetura de Data Warehouse é o foco. Aqui se confronta a viabilidade dos objetivos traçados com os dados existentes na rede computacional da empresa, etapa essencial na identificação das necessidades que nortearão a construção da solução de BI.
Implementação efetiva da ferramenta
A implementação é a fase que precisa lidar com a construção, os posteriores testes e as consequentes tentativas de adoção de melhorias na integração do BI com outros sistemas empregados na gestão.
Disponibilização aos usuários
Etapa de entrega do produto ao usuário final. Nessa fase também é implementado o processo de capacitação dos gestores e analistas que utilizarão a ferramenta no dia a dia, a fim de que se tornem capazes de extrair o que de melhor o BI pode oferecer e, enfim, obter informações que assegurem vantagem competitiva ao negócio.
Processo de retroação
A retroação consiste na melhoria contínua dos módulos e das funcionalidades da ferramenta, personalizando cada vez mais seus recursos de acordo com o contexto da empresa.
Que erros não podem ser cometidos no processo?
Confira agora os principais erros a serem evitados na implantação de um projeto de BI:
- Adotar soluções BI antes de saber o que se quer obter com elas;
- Resistência dos usuários em relação a padronização, digitalização e preenchimento completo dos dados que circulam na empresa;
- Não escolher um fornecedor de excelência no mercado de Business Intelligence;
- Nutrir dados incompletos em sistemas, planilhas e programas de cadastro;
- Implementação dos projetos de Business Intelligence sem contar com o apoio efetivo da alta direção;
- Não mudar a cultura de gestão de dados na empresa;
- Usar a inteligência de negócios sem integração com outros sistemas e aplicativos;
- Não contar com o acompanhamento de uma empresa especializada.
Quais são as maiores tendências em inteligência de negócios?
Agora sim vamos às tendências desse universo extremamente promissor! Conheça as 10 principais apostas do mercado:
Narrativas de dados em substituição a painéis estáticos
Esse é o início de uma era em que os dados se tornam combustível para o surgimento de sistemas cada vez mais interativos, que transformam relatórios e gráficos complexos em apresentações dinâmicas e flexíveis. Isso assegura maior facilidade de compreensão de indicadores e mais rapidez na análise de cenários.
Internet das Coisas e análise de dados em tempo real
A disseminação da Internet das Coisas facilitará a obtenção de análises de comportamento de mercado e processos internos em tempo real. Isso contribuirá para a otimização de procedimentos internos, verificação de falhas, melhora na abordagem ao consumidor e muito mais.
Inteligência de negócios no modelo self-service
O autoatendimento na análise de dados vem ganhando força e promete se consolidar nos próximos anos, especialmente em função da necessidade de se obter insights cada vez mais rápidos. Trata-se da possibilidade de o usuário acessar e trabalhar as informações corporativas de forma integral, sem o intermédio de um profissional de BI. Nesse caso, as novas interfaces desenvolvidas permitirão ao gestor ser seu próprio cientista de dados.
Dados tão valiosos quanto o petróleo
Segundo Paul Weiskopf, importante estrategista de negócios norte-americano, o mundo assistirá, em 2016, a uma espécie de guerra entre as corporações, a fim de obterem acesso e uso exclusivo sobre determinados dados. É o desenvolvimento de um comportamento monopolista sobre a capacidade de cidadãos e empresas acessarem informações que podem ser úteis no ganho de vantagem competitiva dos gigantes do mercado.
Expansão dos centros de excelência de dados
Muitas empresas criarão centros de excelência de dados internos para adotar o autoatendimento em analytics, além de implementar a cultura de dados na organização. Esses centros informarão o workflow de todo o ambiente corporativo, assim como assegurarão a obtenção das melhores informações gerenciais do mercado.
Democratização do BI a empresas de todos os portes
O fornecimento de soluções de inteligência de negócios via SaaS torna possível até às empresas de pequeno porte utilizarem analytics para obter insights sobre seus empreendimentos.
Analistas de dados em todos os níveis da organização
A inteligência de negócios passará a ser um elemento básico, inclusive nos níveis operacionais. Assim, diretores, gerentes, encarregados ou até mesmo vendedores poderão utilizar as interfaces cada vez mais amigáveis das ferramentas para definir suas estratégias de atuação.
Analytics por meio do Hadoop se tornará realidade
2016 será o ano do Big SQL, quando até mesmo os mais imensos volumes de dados poderão ser analisados utilizando tecnologia baseada em SQL.
Business Intelligence totalmente móvel
A era da mobilidade impõe a popularização de soluções de inteligência de negócios que possam ser acessadas em questão de segundos por meio de qualquer dispositivo, seja um smartphone ou um notebook. Como todo o armazenamento de dados e a posterior análise costumam ser feitos em um data center descentralizado, tem-se a possibilidade de levar a inteligência gerencial para a tela de um tablet, permitindo ao gestor tomar decisões importantes com base na análise de dados mostrada em um dispositivo móvel. O desenvolvimento de soluções em nuvem tem facilitado a criação desse tipo de ferramenta, que tende a se tornar elementar em um curto espaço de tempo.
Investimento do setor público no BI
A ciência de dados começa a ser usada gradualmente também pela administração pública, a fim de permitir aos gestores um processo de tomada de decisões mais preciso e ágil (seja relativo à alocação de receitas, ao direcionamento de investimentos ou ao eventual mapeamento de desvios que afetem o erário). Soluções em BI e Big Data já são usadas, por exemplo, na esfera federal, pelo Ministério da Justiça.
De acordo com um levantamento feito pelo Gartner, o investimento em soluções de Business Intelligence (BI) cresceu 7% em 2013, alcançando o patamar dos 13,8 bilhões de dólares. O mesmo estudo aponta, ainda, que para 2016 a estimativa é que o setor movimente incríveis 17,1 bilhões de dólares, consolidando a ciência de dados como fator-chave para o próximo ciclo econômico. A expansão da demanda por BI mostra o quanto as empresas estão despertando para a necessidade de incorporar soluções em inteligência de negócios em seus processos, adequando-se à nova era da análise de dados.
Chamar o sucesso para fazer parte de seu negócio passa diretamente por saber usar os recursos computacionais do novo milênio, dando mais dinamismo e flexibilidade à empresa e reduzindo custos, ao mesmo tempo em que melhora a qualidade da oferta. Tomar decisões corretas, empregando um universo de variáveis que os concorrentes não conseguem absorver, ter visão de futuro, enxergando que investir em TI em momentos de crise é a chave para se desvencilhar dos obstáculos também são ações primordiais. E o Business Intelligence tem relação íntima com essas ponderações.
A propósito, e sua empresa, em qual ponta estará? Na vanguarda da inteligência gerencial ou no pelotão inferior, correndo atrás do que a concorrência traz de novo ao mercado? Compartilhe suas expectativas e impressões conosco!