Fortalecimento de cadeias produtivas reduz a pobreza rural no Sergipe

Mapa do estado de Sergipe, com municípios participantes do Dom Távora em destaque / Fonte: Projeto Dom Távora em Revista
Realização de ATER no município de Aquidabã em 2019 /
Foto: Wilnara Amorim
Realização de pesca com gaiola por participante do projeto Dom Távora —
Foto: ©IFAD /Ednilson Barbosa Santos
Realização de Oficina em Bordado Ponto de Cruz em comunidade Quilombola no município de Canhoba
/ Foto: Wilnara Amorim
Participante do projeto Dom Távora com sua caderneta agroecológica

Como destacou Pedro Bispo de Aragão, morador do Povoado Gavião, “nós somos capazes não só de plantar e colher, mas também de nos especializarmos em várias áreas, e o Dom Távora veio para nos mostrar isso. Hoje temos designer gráfico e uma estudante na área de engenharia civil, só para citar alguns exemplos. Foi o Dom Távora que nos abriu esse horizonte.” ⁴

Treinamento de Agente Jovem na Associação Edmilson Oliveira no município de Carira
  1. Potencialização da iniciativa “Agente Jovem” — participantes da iniciativa foram incentivados a seguir com a assistência técnica para as cadeias de ovino e caprinocultura por meio de aplicativos de mensagem. Após o início da pandemia, novos treinamentos de marketing foram realizados para o grupo, capacitando-os e aproveitando seu conhecimento tecnológico para a comercialização remota. Dessa forma, jovens passaram a ter mais oportunidades de geração de renda e envolvimento na cadeia de produção local;
  2. Assistência técnica remota — também por meio das tecnologias digitais e aplicativos de mensagens, a equipe do projeto seguiu prestando auxílio aos produtores rurais. Aproveitando que aplicativos como o WhatsApp possuíam pacote de dados gratuitos, foi possível apoiar os produtores por meio de chamadas de vídeo, fotos, vídeos, troca de mensagens e chamadas, quando necessário. O projeto observou que houve 70% de aumento no número de atendimentos, sendo que 95% foram resolvidos por meio do aplicativo de mensagem;
  3. Produção de Equipamentos de Proteção Individuais (EPI) por artesãs quilombolas — diante da pandemia, mulheres artesãs e cooperativas de artesanato perderam grande parte de sua renda. Assim, consultores do Dom Távora apoiaram rendeiras quilombolas na produção de máscaras faciais e outros EPIs, que foram posteriormente vendidos às instituições estatais e entregues à população local. Os consultores apoiaram na definição de especificações, no processo e custo de produção, além de facilitar a venda às instituições estatais;
Líder comunitária Xifroneze Santos, do Quilombo Caraíbas, fabrica máscaras de proteção à COVID-19

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