dentro

Há escuridão nos encantos da vida
Lástimas, pesares, partidas
Há tantas despedidas
Tanto pulsar desigual
Ai de quem não vê na dor o sinal
De uma beleza desmedida
Ai de quem só tem sentida
Uma dor de carnaval
Quisera as dores doídas
Daquelas que bem hauridas
Desnudam a alma em caos

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