5 linguagens do amor – parte 4

“Next time you find yourself in an argument over something silly with your spouse or fiance, look them in the eye and say this sincerely:
“You are more important to me than the point I’m trying to defend here. I love you… and I’m sorry.” – Gary Chapman
“A próxima vez que você se encontrar em um argumento tolo com sua esposa/o, a olhe bem nos olhos e diga:
Você é mais importante do que qualquer coisa que estou tentando defender aqui. Eu te amo… e me desculpe.”
O relato abaixo é muito legal pois fala sobre duas pessoas de linguagens de amor bem diferentes!
Demonstrando e recebendo amor
Todas as linguagens fortes: Presente, palavras de incentivo, serviço, tempo de qualidade, toque físico.
“Sou uma pessoa extremamente expressiva emocionalmente. Gosto de demonstrar o amor de muitas formas, porque foi assim que eu aprendi a lidar com o amor dentro de casa. Eu tento ajudar a outra pessoa em momentos difíceis, com atitudes e palavras que possam ser reconfortantes para ela. Gosto de passar tempo junto, fazendo alguma atividade física ou apenas conversando. Também sempre tento “agradar” a outra pessoa, fazendo algo que eu sei que ela vai gostar e ficar feliz com isso (como comprar um presente que ela queria ou fazer a comida que ela gosta). E assim como eu faço tudo isso pelo outro, eu espero receber amor dessa mesma forma.
Porém, atualmente eu namoro alguém totalmente diferente de mim em questão de linguagem de amor. No começo, eu sentia que ele não fazia nada por mim, porque a forma de ele demonstrar amor não era a forma que eu reconhecia como ser amor. Para ele, apenas o fato de ele querer passar o tempo junto comigo, criando momentos agradáveis, já demonstra que ele gosta de mim. E para ele, só de eu fazer o mesmo já é o suficiente também. Ter um relacionamento cujas linguagens do amor são bastante discrepantes é difícil, mas tenho aprendido muito com isso. Eu aprendi que o amor pode estar em muitas coisas, em coisas pequenas que às vezes nem percebemos o quanto aquilo precisou de um esforço enorme do outro (principalmente em tratando-se de pessoas muito fechadas emocionalmente). Aos poucos, estamos nos adaptando, cedendo um pouco dos dois lados, para que a distância gigante que existe entre nós se torne algo cada vez mais equilibrado e confortável para os dois.” – L. N.
