5 linguagens do amor – parte 5

Nesta série eu queria trazer relatos de todas as linguagens de amor, mas confesso que foi difícil achar alguém que se auto avaliasse como “Toque físico” sua linguagem de amor. Mesmo a pessoa abaixo, disse que não era toque físico, mas ao ler o relato dela, percebi que quando a resposta não é muito racional, nós nos soltamos e somos quem realmente somos. Aquela pessoa que toca no seu ombro, que te dá um abraço quando você está triste, que quer você do lado, que precisa te sentir… por algum motivo foi difícil achar alguém que falasse isso, por ter talvez uma conotação melosa, todos se afastam destes termos. Mas no fim, em maior ou menor grau, os relacionamentos íntimos possuem a necessidade do toque.
Demonstrando e recebendo amor
Toque físico
Quando o assunto é demonstração de sentimentos é quase a morte. Se envolver totalmente com alguém é algo complicado também. Sempre vamos achar que não é real. Talvez seja por esse motivo de ser tão difícil externar algum tipo de sentimento. Medo é uma palavra que se encaixa muito. Sou sempre receosa com tudo e todos.
A parte boa é que depois de todo um processo e da pessoa penar e conseguir conquistar uma pessoa como eu, é que sou muito carinhosa. Amo abraços, andar de mãos dadas, estar sempre grudado, carinhos no geral. Quando me dou conta de que é recíproco (o que pode demorar, às vezes) sou um poço de amorzinhos. – I. M.
