Este texto foi divulgado originalmente em áudio no @policast, meu canal de compartilhamento de informações e insights sobre comunicação, gestão de redes sociais e criatividade na escrita. Acesse t.me/policast para participar!

Nicho, nano, micro, médio, grande, gigante, global. Tem influenciador (eu prefiro chamar de criador de conteúdo, meeeesmo que o conteúdo seja sobre a vida da pessoa) pra tudo que é gosto, porte de empresa, proposta, abordagem, ideologia, visão de mundo…

Ou seja, se a empresa que você trabalha/lidera/representa quer por no ar um trabalho legal de cocriação de conteúdo, certamente terá as pessoas certas para isso. …


Hoje eu acordei inspirada. Comecei a fazer uma nota pro @policast mas vi que uma “nota” seria pouco. Foi quando me dei conta que fazia tempo que não escrevia por aqui. Então, espichei a nota e fiz o texto que tá aqui embaixo. Espero que gostem. ❤

“Das Letras: as novidades do Grupo Companhia das Letras” é uma propaganda com cara de news. E eu curto mesmo assim, porque ela fala dos livros (tema que super me interessa) em destaque, no prelo, de graça ☺ e também traz as menções à editora e seus produtos na imprensa. …


pois é, né, olha só… em janeiro eu tava na praia pensando na viagem pro uruguai programada pro meio do ano, listava o que precisaria economizar, programava quando faria a reserva no airbnb… tudo isso ao mesmo tempo que guardava uma grana pra trocar de carro, pesquisava sobre desconto pra MEI…

em fevereiro eu comemorava que tudo tava dando certo, o dinheiro entrando, os trabalhos fluindo, os projetos andando, a empresa contratante do Jerri aumentando as demandas (o que, no caso dele, significa a manutenção do emprego).

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e hoje tô aqui. passando raiva com quem pode cumprir o isolamento e não o faz. chorando todo dia quando vejo a curva desachatada. trabalhando 12 (ou mais) horas por dia porque as demandas dos clientes que ficaram quintuplicaram. sabendo que tenho o privilégio de trabalhar de casa, de ir de carro ao mercado, quando preciso; ou seja, me expondo menos a um vírus que não tem cara e de quem eu talvez não conseguisse fugir se vivesse em outro contexto sócio-econômico. …


Bem pesado o título desse livro, né? Talvez tenha sido por isso que, quando eu o vi disponível no Kindle Unlimited, baixei na hora para ler. De um modo geral, a autora Lilian Soares apresenta uma proposta de divulgação que contrapõe a uma certa fórmula que existe por aí. E eu fiquei curiosa. No final da leitura, que foi bem rápida, eu cheguei a duas conclusões:

  1. o que eu penso sobre fórmulas faz todo o sentido. Quer saber o que eu defendo e por que eu brigo? Clica aqui e me chama pra conversar!
  2. no lugar da fórmula, podemos ter outra maneira que também é meio que… uma fórmula. …


“Privilegiados somos nós, que conseguimos transformar o mundo por meio de nosso trabalho.”

Essa frase, que fecha o artigo que a Gislene publicou hoje no blog do projeto Coffee & Work, norteou boa parte dos meus pensamentos sobre trabalho no… dia do trabalho.

A primeira coisa que eu fiz, depois de ler o texto da Gi, foi recomendá-lo no policast — pra quem não conhece, esse é o meu repositório de ideias e conteúdos no Telegram sobre comunicação, gestão de redes sociais, escrita criativa, produção de conteúdo, marketing e tantos outros temas que nos acompanham no dia a dia.

Depois, levei a discussão pro twitter. E agora estou aqui, fazendo esse vídeo. …


Este post vai reunir uma série de conteúdos que eu postei antes e durante a divulgação da trinca de lives que eu e a Gislene, do Coffee & Work, estamos fazendo sobre o livro O Cérebro no Mundo Digital, escrito pela neurocientista Maryanne Wolf. E, intercalando, estão os vídeos, pra vocês assistirem. As lives estão agendadas para 21 e 28 de abril e 5 de maio e eu vou atualizar este post sempre que tiver vídeo novo.

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Eu demorei meses pra ler este livro. A Gislene também. A gente foi e voltou e foi e voltou refletindo sobre o que a neurocientista Maryanne Wolf relata, os estudos que ela conduz, a forma como o cérebro lê e o impacto nas telas no nosso cérebro leitor. …


Dando sequência aos insights das leitura de janeiro do Kindle, cai na tentação de pegar um livro do Mario Sérgio Cortella. Já tinha lido “Por que fazemos o que fazemos?”, livro que ele reflete mais sobre a forma como encaramos e nos posicionamos no trabalho.

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A preguiça de escolher um livro só da lista de disponíveis no Prime Reading me fez pegar um compilado de ideias, e foi aí que eu escolhi O melhor do Cortella: Trilhas do Pensar — Ideias, Frases e Inspirações. Por sinal, esse livro é o 1º mais vendido na categoria Filosofia na Amazon e também é o 1º título da trilogia do Cortella que sintetiza os pensamentos do filósofo em frases, a partir de temas. …


Ganhei um Kindle de Natal. E uma das minhas metas de 2020 — ler mais — está sendo cumprida lindamente. O grande problema é que ali no Kindle a gente tem uma infinidade de livros pra comprar. E o que ler? Afinal, eu tenho em papel os livros que, mais recentemente, eu desejei ler. Foram comprados antes do brinquedo novo.

O que eu fiz? Comecei a descobrir outros livros, escolhendo entre os que tenho acesso free pelo Amazon Prime ou pelo Kindle Unlimited — ainda estou no trial free de 30 dias. …


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Hello! ;-)

Como o título entrega, hoje nós vamos falar sobre um moreno alto bonito e infernal. Ok, brincadeiras à parte, eu quero falar sobre a série Lucifer. Eu maratonei as quatro temporadas em duas semanas e, entre um episódio e outro, vi algumas conexões entre a narrativa, o protagonista, marketing e posicionamento de marca. Então, hoje o vídeo é sobre isso.

Bem, como muita gente sabe, Lucifer conta a história do Diabo que se envolve com uma policial em Los Angeles, onde mora há alguns anos desde que cansou de ser o rei do inferno. Assistindo aos episódios e analisando o comportamento não só de Luci (a íntima), mas também de seus amigos, irmãos e parceiros de trabalho (além de dono da boate Lux, ele é consultor civil da Polícia), cheguei a cinco lições que podemos tirar da série e aplicar na nossa prática de profissionais da comunicação que trabalham com marcas e empresas, especialmente na…


Essa resenha foi publicada em três partes, no meu Instagram. Mas como esse livro é muito bom, divertido e “tapa na cara” eu resolvi juntar os três textos e trazer pra cá.

Eu concordo 100% com Austin Kleon, em “Roube como um artista”: “todo trabalho criativo é construído sobre o que veio antes. Nada é totalmente original”. Parece chavão, mas não é. O que mais vemos por aí são pessoas se auto-proclamando inventoras da roda quando o que elas fizeram foi girar a roda pro outro lado. …

About

Poli Lopes

Produção de Conteúdo ⏺️ Professora de #mktdigital ⏺️ Doutora em Processos e Manifestações Culturais ⏺ Pesquiso SMM e cultura de massa ⏺ + em linktr.ee/polilopes

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