
cá e de novo outra vez
Toda semana uma adversidade, agora — a da vez é a bateria de um notebook que está longe demais da tomada. O blog tá usando demais de artifícios da realidade.
Tinha pensado numa introdução ótima para essa semana, algumas horas atrás, mas obviamente já não lembro mais. Lembrei, era algo com o ORBITAL OPERATIONS dessa semana, e Warren Ellis falando de como anda ocupado mas ainda assim, lá está ele, pois ele precisa enviar sua newsletter. Faço minhas suas palavras, Ellis. Não sei ainda bem o porquê, mas não importa quão ocupado eu esteja — e, olha só, essa semana e as próximas serão , ao que tudo indica, mais ocupadas que as que venho reclamando sobre— cá estou. Admito estar gostando do Poltrona Yeah.
Mais uma vez, um show de vacilação e não tenho quase nada para apresentar essa semana. Temo ficar assim por algum tempo, mas estou me esforçando — não só porque o mote básico dessa página é “o que leio, o que escrevo”, como eu preciso ler e escrever mais, ora — , juro.
Às vezes parece que eu esqueci que ainda devo o já mítico conto-da-oficina-de-Mayrant-Gallo, como devo (especialmente a mim) terminar a tradução de CUNNING PLANS, além, claro, de várias coisas que disse que escreveria para o Quadro a Quadro.
Então, para mostrar o que tenho para mostrar e acabar logo com isso:

Sim, FRAY. Tem, literalmente, anos que FRAY está na lista de leitura, e eu sempre protelando. Tem Joss Whedon e é do Buffyverso? Vamos nessa.
Não gostei da primeira edição e por pouco não dei continuidade; por algum motivo li a segunda edição e a experiência foi, sem dúvidas, melhor. Basicamente, Fray é uma ladra do futuro — onde a história se passa — , rolam uns seres estranhos, chamados Lurks e há um chefão do crime que já não lembro o nome ou preferi ignorar. Depois que você junta as peças e perceber que Fray é na verdade uma Caçadora e Lurks são vampiros, tudo faz sentido e fica mais tranquilo ignorar o desenho super anos 1990. Ainda faltam algumas edições, mas está divertidinho por enquanto.
Comecei — ler quatro páginas conta como começar — MEU QUERIDO CANIBAL, de Antônio Torres. Tenho de lê-lo para uma matéria da faculdade, sobre Literatura Brasileira. Faculdade está em greve,seu sei, mas quem sabe eu não já terminei de ler ele quando as aulas voltarem, fazendo assim um bem para o meu eu-futuro?
No mais, é isso aí. Vou, acredito eu, começar a ler a primeira edição da revista do COMICS REPORTER e, espero eu, já escrever um texto para o QaQ amanhã mesmo. Só semana que vem para saber.
Também já preparei o meu briefing da coluna que quero fazer. Um passo de cada vez. Quem sabe semana que vem eu não seja oficialmente um colunista?
Então, leitores e leitoras — hehe — , sigam sempre sorrindo. Na dúvida, sorria. Na certeza, ainda mais.
Fui.
A imagem de hoje é do filme CONTATO.