Feb 24, 2017 · 1 min read
Impaciente lembrança
Chega o dia que de tanto espanto estanca o pranto, que lento e atento permanece… não esquece, faz de louco.
Chega a hora que a espera demora tanto que no silêncio do teu quarto, no teu canto assustado, sente alí, parado, tua respiração no escuro.
Que tanto lamento, a saudade clama o desatento, quer uma chance pra te mostrar.
Mostrar o quê? Pra quê? Pr’onde? Nada invita a caminhar numa trilha inconstante.
Empolgante, instante, longe…
Longe demais pr’eu te ver caminhar pra perto ou distante.
