Impaciente lembrança

Chega o dia que de tanto espanto estanca o pranto, que lento e atento permanece… não esquece, faz de louco.

Chega a hora que a espera demora tanto que no silêncio do teu quarto, no teu canto assustado, sente alí, parado, tua respiração no escuro.

Que tanto lamento, a saudade clama o desatento, quer uma chance pra te mostrar.

Mostrar o quê? Pra quê? Pr’onde? Nada invita a caminhar numa trilha inconstante.

Empolgante, instante, longe…

Longe demais pr’eu te ver caminhar pra perto ou distante.

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