As novas dicas

De dois dos autores do Trem das Evidências (“Cluetrain Manifesto”), Doc Searls and David Weinberger
Traduções:
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Sobre o original “New Clues


Ouça, Oh Internet!

Faz dezesseis anos desde a nossa comunicação anterior.

Nesse tempo as Pessoas da Internet — você e eu e todos nossos amigos de amigos de amigos, até o último Kevin Bacon — fizemos da Internet um lugar incrível, recheado de maravilhas e prodígios.

Do textão mais sério até a zuera mais engraçada até o mais insano “MQP?!”, nós acabamos com titãs (os seres mitológicos, não a banda), criamos heróis, e mudamos as assunções mais básicas sobre Como As Coisas Funcionam e Quem Somos Nós.

Mas agora os anos de trabalho das Pessoas enfrentam perigos mortais.

Quando nós viemos perante vocês, foi para avisar das ameaças representadas por aqueles que não entendiam que eles não entendiam a Internet.

Esses são Os Bocós, as empresas que apenas adotaram as pompas da Internet.

Agora mais duas hordas ameaçam tudo o que nós Pessoas construímos umas para as outras.

Os Marotos entendem a Internet bem demais. Eles a veem como sendo deles para saquear, extraindo nosso dinheiro e dados dela, pensando que nós somos os bocós.

Mas a mais perigosa de todas é a terceira horda: Nós.

Uma horda uma massa de pessoas. Mas a glória da Internet é que ela nos deixa conectar como indivíduos diversos e distintos.

Todos nós gostamos de entretenimento de massa. Putz, a TV ficou totalmente excelente atualmente, e a Rede nos deixa assistira a ela quando nós quisermos. Excelente.

Mas nós precisamos nos lembrar de que entregar mídias de massa é o menor dos poderes da Rede.

O super poder da Rede é conectar sem permissão. Seu poder onipotente é que nós podemos fazer o que quer que nós queiramos.

Portanto, não é hora de se recostar e consumir a deliciosa junk food criada pelos Bocós e pelos Malandros como se nosso trabalho estivesse pronto. É hora de inspirar o fogo da Rede e transformar cada instituição que nos trataria como inocentes ignorantes.

Um vampiro de alma atacando a Internet órgão a órgão já está bem encaminhado. Não se engane: com o golpe de uma caneta, um aperto de mãos disfarçado ou ao permitir que memes afoguem o choro dos aflitos nós podemos perder a Internet que amamos.

Nós viemos a você dos anos do começo da Web. Nós envelhecemos juntos na Internet. O tempo é curto.

Nós, as Pessoas da Internet, precisamos nos lembrar da glória de sua revelação para que nós possamos reclamá-la agora em nome do que ela realmente é.

David Weinberger
Doc Searls
8 de Janeiro de 2015

Antigamente nós éramos jovens no Jardim...

a. A Internet somos nós, conectadas.

1. A Internet não é feita de fios de cobre, fibras de vidro, ondas de rádio ou mesmo canos.
2. Os dispositivos que nós usamos para nos conectar à Internet não são a Internet.
3. NET, GVT, Vivo, Verizon, Comcast, AT&T, Deutsche Telekom e 中国电信 não são donas da Internet. Facebook, Google e Amazon não são os monarcas da Rede, nem mesmo são seus mínions or algoritmos. Nem os governos da Terra nem suas Associações de Comércio detêm o consenso dos conectados para cavalgar a Rede como soberanos.
4. Nós mantemos a Internet em comum e assim sem dono.
5. De nós e do que construímos sobre ela, a Internet deriva todo o seu valor.
6. A Net é de nós, por nós e para nós.
7. A Internet é nossa.

b. A Internet não é nada e não tem propósito.


8. A Internet não é uma coisa mais do que a gravidade é uma coisa. Ambas nos puxam juntos.
9. A Internet é uma não coisa em tudo. Na sua base, a Internet é um conjunto de acordos, que o nerds entre nós (que seus nomes possam ser santificados) chamam de "protocolos", mas que nós devemos, no humor do dia, chamar de "mandamentos".
10. O primeiro entre esses é: Tua rede deve deslocar todos os pacotes mais perto de seus destinos, sem favor ou atraso com base em origem, procedência, conteúdo ou intenção.
11. Assim esse Primeiro Mandamento põe aberta a Internet para toda ideia, aplicação, negócio, procura, vício e tanto faz.
12. Não existiu uma ferramenta com tal propósito geral desde a linguagem.
13. Isso significa que a Internet não é para nada em particular. Nem para redes sociais, nem para documentos, nem para propagandas, nem para negócios, nem para educação, nem para pornografia, nem para nada. Ela é especificamente projetada para tudo.
14. Otimizar a Internet para um propósito é des-otimizá-la para todos os outros.
15. A Internet como a gravidade é indiscriminada em sua atração. Ela nos puxa todas as pessoas juntas, a virtuosa e a malvada da mesma forma.

c. A Rede não é conteúdo.

16. Há vasto conteúdo na Internet. Mas minha nossa senhora, a Internet não é feita de conteúdo.
17. O primeiro poema de uma adolescente, o bem-aventurado lançamento de um segredo há muito guardado, o delgado esboço de um desenho por uma mão paralítica, um post de blog em um regime que odeia o som da voz das pessoas — nenhuma dessas pessoas se sentou para escrever conteúdo.
18. Nós usamos a palavra "conteúdo" sem aspas? Nós nos sentimos pessoas sujas.

d. A Rede não é um meio.

19. A Rede não é um meio mais do que uma conversa é um meio.
20. Na Rede, nós somos o meio. Nós somos aquelas que movem as mensagens. Nos assim fazemos toda vez que postamos ou retuitamos, enviamos um link em um email ou o postamos em uma rede social.
21. Diferente de uma mídia, você e eu deixamos nossas digitais, e às vezes marcas de mordidas nas mensagens que passamos. Dizemos às pessoas porque estamos enviando a mensagem. Nós argumentamos, adicionamos uma piadinha. Nós cortamos a parte que não gostamos. A gente faz esse tipo de coisa.
22. Toda vez que enviamos uma mensagem pela rede, ela carrega um pouco de nós com ela.
23. Nós só enviamos uma mensagem através de um meio se nos importamos com ela, em uma das infinitas maneiras que seres humanos se importam com algo.
24. Cuidar — se importar — é a força motriz da Internet.

e. A Rede é um Mundo Vasto.

25. Em 1991, Tim Berners-Lee usou a Internet para criar um presente que ele nos deu de graça: a World Wide Web. Obrigada. 
26. Tim criou a Web ao prover protocolos (Ahá! essa palavra de novo!) que nos dizem como escrever uma página para que ela possa se conectar com outras sem precisar que ninguém dê sua permissão.
27. Boom! Dentro de dez anos nós tínhamos bilhões de páginas na Web — um esforço combinado do tamanho de uma guerra mundial, e ainda assim tão benigno que a maior reclamação era a tag <blink>.
28. A Web é um reino impossivelmente grande, semi-persistente de itens a descobrir nas suas densas interconexões.
29. Isso soa familiar. Ah, sim, isso é o que o mundo é.
30. Diferente do mundo real, cada coisa e cada conexão na Web foi criada por algumas de nós expressando um interesse e uma suposição sobre como pequenas peças podem se juntar.
31. Cada link feito por uma pessoa com alguma coisa para dizer é um ato de generosidade e abnegação, ofertando nossos leitores a deixarem a nossa própria página para ver como o mundo se parece para outra pessoa.
32. A Web remonta o mundo em nossa imagem coletiva emergente.

Mas oh como nós nos desviamos, irmãs e irmãos…

a. Como é que foi mesmo que nós deixamos a conversa se armamentar?

33. É importante perceber e nutrir essa conversa, as amizades, os milhares de atos de simpatia, doçura e alegria que encontramos na Internet. 
34. E ainda assim ouvimos palavras como "bicha" e "negão" muito mais na rede do que fora dela.
35. A demonização "delas" — pessoas com imagem, linguagem, opinião, afiliação e outro tipo de característica que não entendemos, gostamos ou toleramos — é pior do que nunca na internet.
36. As mulheres na Arábia Saudita não dirigem? Enquanto isso, metade de nós não pode falar na Rede sem olhar por sobre nossos ombros.
37. O ódio está presente na Rede porque ele está presente no mundo, mas a Rede torna mais fácil expressar e ouvir.
38. A solução: se nós tivéssemos uma solução, nós não estaríamos importunando você com essas malditas dicas.
39. Nós podemos afirmar esse tanto: O ódio não fez a Rede existir, mas está mantendo a Rede — e nós — atrasados.
40. Vamos pelo menos reconhecer que a Rede tem valores implícitos nela. Valores humanos.
41. Vista de forma fria a Rede é apenas tecnologia. Mas ela é povoada por criaturas que são apaixonadas pelas coisas pelas quais elas se importam: suas vidas, seus amigos, o mundo que nós compartilhamos.
42. A Rede nos oferece um lugar comum onde nós podemos ser quem nós somos, com outras que se deliciam com as nossas diferenças.
43. Ninguém é dono desse lugar. Todo mundo pode usá-lo. Qualquer pessoa pode melhorá-lo.
44. Isso é o que uma Internet aberta é. Guerras foram travadas por menos.

b. “Nós concordamos em tudo. Eu acho você fascinante!”

45. O mundo se espalha diante de nós como um bufê, e ainda assim nós nos mantemos com nosso arroz com feijão, bife com batata frita, café com leite, pão com manteiga, ou tanto faz.
46. Nós fazemos isso em parte porquê nossa conversa requer uma base comum: linguagem, interesses, normas, entendimentos compartilhados. Sem esses, é difícil ou mesmo impossível ter uma conversa.
47. Bases compartilhadas geram tribos. A base sólida da Terra manteve as tribos distantes, permitindo-as desenvolver diferenças ricas. Regozije-se! Tribos deram origem a Nós vs. Eles e guerra. Regozije-se? Nem tanto.
48. Na Internet, a distância entre duas tribos começa no zero.
49. Aparentemente saber como achar um ao outro interessante não é tão fácil quanto parece.
50. Esse é um desafio que podemos cumprir por sermos pessoas abertas, simpáticas e pacientes. Nós podemos fazer isso, time! Nós somos #1! Nós somos #1!
51. Ser acolhedora: Aí está um valor que a Rede precisa aprender com o melhor de nossas culturas do mundo real.

c. O marketing ainda faz com que seja mais difícil conversar.

52. Nós estávamos certos na primeira vez: Os mercados são conversas.
53. Uma conversa não é seus negócios puxando nossa manga para apresentar um produto sobre o qual nós não queremos ouvir.
54. Se nós quisermos saber a verdade sobre seus produtos, nós descobriremos umas das outras.
55. Nós entendemos que essas conversas são incrivelmente valorosas para vocês. Que pena. Elas são nossas.
56. Você é bem vindo para se juntar a nossa conversa, mas apenas se você nos disser para quem você trabalha, e se você podem falar por você mesmo e como você mesmo.
57. Cada vez que você nos chama de "consumidores" nós nos sentimos como vacas lendo a palavra "carne".
58. Pare de fracionar nossas vidas para extrair dados que não são do seu interesse e que suas máquinas interpretam mal.
59. Não se preocupe: nós vamos dizer a você quando nós estivermos no mercado por alguma coisa. Do nosso jeito. Não do seu. Confie em nós: isso vai ser bom pra você.
60. Anúncios publicitários que soam humanos mas vêm das irritantes entranhas de seus departamentos de marketing mancham o tecido da Web.
61. Quando a personalização de algo é horripilante, isso é um baita indicação de que você não entende o que significa ser uma pessoa.
62. Pessoal é humano. Personalizado não é.
63. Quanto mais as máquinas soam humanas, mais elas escorregam para o misterioso vale onde tudo é um show de horrores.
64. Ainda: Por favor pare de disfarçar anúncios como notícias na esperança de que nós não iremos notar aquele pequeno aviso saltando pra fora da cueca.
65. Quando você veicula uma "publicidade nativa", você está erodindo não apenas sua confiabilidade, mas a confiabilidade de todo esse novo jeito de existir uns com os outros.
66. E, a propósito, que tal chamar "publicidade nativa" por qualquer um dos seus nomes verdadeiros: "colocação de produto", "publieditorial," or "notícia falsa danada da porra"?
67. Anunciantes se deram bem sem serem horripilantes por gerações. Eles também conseguem se dar bem sem serem horripilantes na Rede.

d. A Guantánamo da Rede.

68. Nós todos amamos nossos apps brilhantes, mesmo quando eles estão embalados tão apertados quando uma base lunar. Mas coloque todos os apps fechados do mundo juntos e você tem uma pilha de apps.
69. Coloque todas as páginas da Web juntas e você tem um novo mundo.
70. Páginas da Web são sobre conexão. Apps são sobre controle.
71. Enquanto nos movemos da Web para um mundo baseado em apps, nós perdemos o que nós estávamos construindo juntos em comum.
72. No Reino dos Apps, nós somos pessoas usuárias, não produtoras.
73. Cada nova página torna a Web maior. Cada novo link torna a Web mais rica.
74. Cada novo app nos dá outra coisa para fazer no ônibus.
75. Ui, golpe baixo!
76. Ei, "golpe baixo" daria um novo app excelente! Ele tem "compras pelo próprio app" escrito na testa.

e. A gravidade é maravilhosa até ela nos sugar todas para um buraco negro.

77. Aplicações não neutras construídas sobre a Rede neutra estão se tornando tão inescapáveis quanto o puxão de um buraco negro.
78. Se o Facebook é a sua experiência da Rede, então você está vestiu os óculos de uma empresa com a responsabilidade fiduciária de evitar que você jamais tire os óculos.
79. Google, Amazon, Facebook, Apple estão todas no negócio de óculos. A maior verdade os óculos deles escondem: Essas empresas querem nos segurar do jeito que buracos negros seguram a luz.
80. As singularidades dessas empresas são perigosas não porque elas sejam do mal. Muitas delas de fato se engajam em comportamentos cívicos bastante notáveis. Elas deveriam ser aplaudidas por isso.
81. Mas elas se beneficiam da gravidade da socialidade: O "efeito de rede" é aquela coisa onde muitas pessoas usam algo porque muitas pessoas usam algo.
82. Onde não há alterantivas competitivas, nós precisamos ser hipervigilantes para nos lembrar desse Titãs do Vale sobre os valores da Webizinha que os inspiraram em primeiro lugar.
83. E então nós precisamos honrar o som que nós fazemos quando qualquer um de nós corajosamente se afasta deles. É algo entre o som de um foguete deixando a plataforma de lançamento e o abrir de um Velcro quando você se desfaz de um traje muito apertado.

f. A privacidade na era dos espiões.

84. Ok, governo, você ganhou. Você tem nossos dados. Agora, o que podemos fazer para garantir que você os use contra Eles e não contra Nós? Na verdade, você consegue diferenciar? 
85. Se nós quisermos que nosso governo desista, o acordo tem que ser que se — quando — o próximo ataque vier, nós não podemos reclamar que eles deveriam ter nos vigiado mais duramente.
86. Uma transação não é justa se nós não sabemos do que estamos abrindo mão. Ouviu isso, Barganha da Segurança pela Privacidade?
87. Com uma probabilidade que se aproxima da certeza absoluta, nós iremos nos arrepender que nós não fizemos mais para manter nossos dados fora das mãos dos nossos governos e suseranos corporativos.

g. A privacidade na era dos furões.

88. A privacidade pessoal é bonita para aqueles que a querem. E todos nós traçamos a linha em algum lugar.
89. P: Quanto tempo você acha que levou para a cultura pré-Web descobrir onde traçar as linhas? R: Quão velha é a cultura?
90. A Web mal saiu da sua adolescência. Nós estamos no começo, não no final, da história da privacidade.
91. Nós só podemos imaginar o que significa ser privado uma vez que nós entendermos o que significa ser social. E nós mal começamos a reinventar isso.
92. Os incentivos econômicos e políticos para nos tirar as calças e levantar nossas sais são tão fortes que seria sábio investir em roupas íntimas de papel alumínio.
93. Hackers nos colocaram nessa e hackers terão que nos tirar.

Construir e plantar

a. A Cumbayá soa surpreedentemente bem em uma caixa de ressonância.

94. A Internet é impressionante. A Web é incrível. Você é linda. Conecte-nos todos e nós somos mais loucamente maravilhosos que a Jennifer Lawrence. Esses são fatos simples.
95. Então não vamos subestimar o que a Rede fez nós últimos vinte anos:
96. Há muito mais música no mundo.
97. Nós agora fazemos a maior parte da nossa cultura nós mesmos, com ocasionais incursões a um cinema para algo explosivo e um saquinho de pipoca de fintchy reais.
98. Políticos agora tem que explicar suas posições muito além das "declarações oficiais" que eles costumavam mimeografar.
99. Para qualquer coisa que você não entenda você pode encontrar uma explicação. E uma discussão acerca. E um argumento sobre. Ficou claro agora o quanto isso é incrível?
100. Você quer saber o que comprar? Os negócios que fazem um objeto de desejo são agora a pior fonte de informação sobre ele. A melhor fonte somos todas nós.
101. Você quer ouvir um curso de nível universitário sobre alguma coisa em que você tem interesse? Procure seu tópico no Google. Faça sua escolhia. De graça.
102. Sim, a Internet não resolveu todos os problemas do mundo. Foi por isso que o Todo Poderoso nos deu bundas: para podermos levantar delas.
103. Os pessimistas da Internet nos mantém honestos. É só que nós preferimos quando eles não são ingratos.

b. Um bolso cheio de homilias.

104. Nós iríamos dizer para vocês como consertar a Internet em quatro passos fáceis, mas o único que nós conseguimos lembrar é o último: lucre. Então, em vez disso, aqui vão alguns pensamentos aleatórios…
105. Nós deveríamos apoiar os artistas e criadores que nos trazem prazer ou amenizam nossos fardos.
106. Nós deveríamos ter a coragem de pedir pela ajuda que precisarmos.
107. Nós temos uma cultura que padroniza o compartilhamento e leis que padronizam o direito autoral. O direito autoral tem o seu lugar, mas quando em dúvida, torne acessível.
108. No contexto errado, todo mundo é um babaca. (Nós também. Mas você já sabia disso.) Então se você está convidando pessoas para nadar, defina as regras. Todos os trolls, pra fora da piscina!
109. Se as conversas estiverem indo mal, a culpa é sua.
110. Onde quer quer a conversa esteja acontecendo, ninguém lhe deve uma resposta, não importa quão razoável seja seu argumento ou quão vencedor seja seu sorriso.
111. Apoie os negócios que realmente "entendem" a Web. Você irá reconhecê-los não apenas porque eles soam como nós, mas porque eles estão do seu lado.
112. Claro, apps ofereçem uma experiência bacana. Mas a Web é sobre links que constantemente se estendem, conectando-nos sem fim. Para vidas e ideias, o completamento é a morte. Escolha a vida.
113. Raiva é uma habilitação para ser estúpido. As ruas da Internet já estão lotadas com motoristas habilitados.
114. Viva os valores que você quer que a Internet promova.
115. Se você esteve falando por um tempo, cale a boca. (Nós vamos em breve.)

c. Estar junto: a causa e solução de todo problema.

116. Se nós focamos o papel das Pessoas da Rede — você e nós — na "queda da graça" da Internet, isso é porquê nós ainda temos a fé com a qual que nós viemos.
117. Nós, as pessoas da Rede, não podemos sondar quão mais nós podemos fazer juntas porque nós estamos longe de terminar de inventar como existir juntos.
118. A Internet liberou um força antiga - a gravidade que nos reúne.
119. A gravidade da conexão é amor.
120. Vida longa à Internet aberta.
121. Que por muito tempo possamos ter nossa Internet para amar.

As novas Dicas” de Paulo Rená (tradução por Paulo Rená e Yasodara Córdova, via GitHub) são uma obra licenciada sob a Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 4.0 Internacional, derivada do original “New Clues” de David Weinberger e Doc Searls.
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