Motocicleta : Tipos que existem.

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Paixão sobre Duas Rodas!

Que tal falarmos um pouquinho da paixão sobre “duas rodas” ?

MOTOCICLETA:

Motociclo ou motocicleta (também conhecida simplesmente por motoca, moto ou ainda mota), é um veículo motorizado de duas rodas e tração traseira — salvo raras excepções — capaz de desenvolver velocidade de cruzeiro com segurança e conforto. É um meio de transporte bastante utilizado devido ao mais baixo consumo de combustível e por ter um preço mais acessível que a maioria dos automóveis. Entretanto, há motos que consomem mais combustível do que muitos automóveis, variando, entre outros fatores, com a cilindrada do motor.

Além de um meio de transporte, a motocicleta pode ser usada por áreas como desportos (Superbike, Motocross, Supermoto e Rali), lazer (Moto clubes), utilitária (Motoboy) e como veículo militar.


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Tudo começou em 1869

Cartaz de propaganda anunciando os vencedores do 1º Campeonato de Turismo no Brasil, em 1919

A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando em seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869. Nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando foram abandonadas definitivamente.

Primeira motocicleta com motor de combustão interna, foi fabricada na Alemanha por Gottlieb Daimler, em 1885

O inventor da motocicleta com motor de combustão interna foi o alemão Gottlieb Daimler, que, ajudado por Wilhelm Maybach, em 1885, instalou um motor a gasolina de um cilindro, leve e rápido, numa bicicleta de madeira adaptada, com o objetivo de testar a praticidade do novo propulsor. A glória de ser o primeiro piloto de uma moto acionada por um motor (combustão interna) foi de Paul Daimler, um garoto de 16 anos filho de Gottlieb. O curioso nessa história é que Daimler, um dos pais do automóvel, não teve a menor intenção de fabricar veículos motorizados sobre duas rodas. O fato é que, depois dessa máquina pioneira, nunca mais ele construiu outra, dedicando-se exclusivamente ao automóvel.

Ciclomotor de 48cm3: primeiro modelo criado pela Honda, em 1948

O Motor
O motor de combustão interna possibilitou a fabricação de motocicletas em escala industrial, mas o motor de Daimler e Maybach, que funcionava pelo ciclo Otto e tinha quatro tempos, dividia a preferência com os motores de dois tempos, que eram menores, mais leves e mais baratos. No entanto, o problema maior dos fabricantes de ciclomotores — veículos intermediários entre a bicicleta e a motocicleta — era onde instalar o propulsor: se atrás do selim ou na frente do guidão, dentro ou sob o quadro da bicicleta, no cubo da roda dianteira ou da traseira? Como de início não houve um consenso, todas essas alternativas foram adotadas e ainda existem exemplares de vários modelos. Só no início do século XX os fabricantes chegaram a um consenso sobre o melhor local para se instalar o motor, ou seja, a parte interna do triângulo formado pelo quadro, norma seguida até os dias atuais.

Neckarsülm alemã de 1906, a motocicleta mais antiga na exposição do Museu Histórico Nacional

A primeira fábrica
A primeira fábrica de motocicletas surgiu em 1894, na Alemanha, e se chamava Hildebrandt & Wolfmüller. No ano seguinte construíram a fábrica Stern e em 1896 apareceram a Bougery, na França, e a Excelsior, na Inglaterra. No início do século XX já existiam cerca de 43 fábricas espalhadas pela Europa. Muitas indústrias pequenas surgiram desde então e, já em 1910, existiam 394 empresas do ramo no mundo, 208 delas na Inglaterra. A maioria fechou por não resistir à concorrência. Nos Estados Unidos as primeiras fábricas — Columbia, Orient e Minneapolis — surgiram em 1900, chegando a 20 empresas em 1910.
Tamanha era a concorrência que fabricantes do mundo inteiro começaram a introduzir inovações e aperfeiçoamentos, cada um deles tentando ser mais original. Estavam disponíveis motores de um a cinco cilindros, de dois a quatro tempos. As suspensões foram aperfeiçoadas para oferecer maior conforto e segurança. A fábrica alemã NSU já oferecia, em 1914, a suspensão traseira do tipo mono-choque (usado até hoje). A Minneapollis inventou um sistema de suspensão dianteira que se generalizou na década de 50 e continua sendo usada, hoje mais aperfeiçoada. Mas a moto mais confortável existente em 1914 e durante toda a década era a Indian de 998 cm³ que possuía braços oscilantes na suspensão traseira e partida elétrica, um requinte que só foi adotado pelas outras marcas recentemente. Em 1923 a motocicleta inglesa Douglas já utilizava os freios a disco em provas de velocidade. Porém, foi nos motores que se observou a maior evolução, a tecnologia alcançando níveis jamais imaginados. Apenas como comparação, seriam necessários mais de 260 motores iguais ao da primeira motocicleta para se obter uma potência equivalente a uma moto moderna de mil cilindradas. Após a Segunda Grande Guerra, observou-se a invasão progressiva das máquina japonesas no mercado mundial. Fabricando motos com alta tecnologia, design moderno, motor potente e leve, confortáveis e baratas, o Japão causou o fechamento de fábricas no mundo inteiro. Nos EUA só restou a tradicional Harley-Davidson. Mas hoje o mercado está equilibrado e com espaço para todo mundo.

A Motocicleta no Brasil
A história da motocicleta no Brasil começa no início do século passado com a importação de muitas motos européias e algumas de fabricação americana, juntamente com veículos similares como sidecars e triciclos com motores. No final da década de 10 já existiam cerca de 19 marcas rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. A grande diversidade de modelos de motos provocou o aparecimento de diversos clubes e de competições, como o raid do Rio de Janeiro a São Paulo, numa época em que não existia nem a antiga estrada Rio-São Paulo.
No final da década de 30 começaram a chegar ao Brasil as máquinas japonesas, a primeira da marca Asahi. Durante a guerra as importações de motos foram suspensas, mas retornaram com força após o final do conflito. Chegaram NSU, BMW, Zündapp (alemãs), Triumph, Norton, Vincent, Royal-Enfield, Matchless (inglesas), Indian e Harley-Davidson (americanas), Guzzi (italiana), Jawa (tcheca), entre outras.
A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark (ainda com motor inglês BSA de 125 cm³), em 1951. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nesta mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor.
O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda,Yamaha, Susuki) e italianas. Surgiram também as brasileiras FBM e a AVL. No final dos anos 70, início dos 80, surgiram várias montadoras, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600 cm³. Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, mas aí já deixou de ser história.

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Tipos de motocicletas:

Scrambler Ducati

Scrambler

As Scrambler são motos street européias adaptadas para uso na terra sem alteração de suspensão. Modificam a posição do escapamento para ficar mais próximo ao solo, coloca-se um assento reto e estreito, retira-se o excesso de carenagens, seria a versão europeia das Tracker.

Verve Moto Tracker 125i — BikeBound

Tracker

As Tracker são motos para uso em terra ou areia dura e são baseadas em motos street. Aproveitando a estrutura e mecânica de moto street, coloca-se pneus de uso misto ou off-road, em aros de roda de mesmo diâmetro, normalmente mantendo-se a suspensão original, altera-se também as carenagens para uma mais despojada e coloca-se um banco mais reto e estreito. Lembra uma café racer com pneus birrados e guidão alto.

Bobber

Bobber

As Bobbers nasceram com o regresso dos soldados americanos da Segunda Guerra Mundial, que começaram a retirar peças das viaturas militares da Harley-Davidson compradas do Exército dos Estados Unidos após o fim da guerra.[1] Os pesados paralamas, proteções, luzes indicadoras e todo o supérfluo era retirado para deixar as motocicletas excedentes da Segunda Guerra Mundial mais leves e rápidas.

Café Racer

Café racer

Café racer é uma categoria de motocicleta desenvolvida para corridas de curto percurso que eram utilizadas por jovens na década de 60 para apostar corridas entre cafés onde gostavam de se reunir.O significado têm suas raízes na década de 1960, com a subcultura rockers, ou os meninos Ton-up, embora elas também fossem comuns na Itália, Alemanha e outros países europeus. Na Itália, o termo refere-se às motocicletas específicas que foram e são usados ​​para viagens curtas, de velocidade afiadas de um café para outro.

Os rockers eram jovens e rebeldes e que queriam uma moto rápida, personalizada e distinta para viajar entre cafés ao longo das recém-construídas auto-estradas e em torno de cidades britânicas. O objetivo era voltar para o Café Ace antes do registro de uma música na junkebox ter terminado.

Moto Custom : Harley-Davidson.

Custom

As Custom (garfos dianteiros inclinados para a frente, isto é, com um grande ângulo de caster) são motos estradeiras, preferidas por um público mais tradicional. Não priorizam a velocidade e são mais voltadas ao conforto, mantendo a altura do banco baixo, pedaleiras avançadas, tanque grande em posição paralela ao chão de forma a proporcionar uma posição confortável para pilotagem. São muito confortáveis para viagens longas, seja sozinho ou acompanhado. O piloto fica recostado para trás, com os pés para a frente, o carona geralmente se apoia em encostos chamados de sissy bar.

A maioria das peças são cromadas e brilhantes, copiando o design das motos antigas. Geralmente possuem alforjes em couro, que são aquelas malas para levar a bagagem. No Brasil, existem muitos moto clubes cujos integrantes apreciam o estilo das motos custom e que vêem nessas motos um estilo de vida. São as motos que apresentam desenho típico das motos americanas dos anos 50 e 60 glamourizadas em filmes como Easy Rider (Sem Destino). Uma variação dentro desta categoria são as Roadsters, que aliam o visual e a posição de pilotagem das custom com o alto desempenho das esportivas.

Exemplos desta categoria incluem as de média e alta cilindradas Honda Shadow VT600, Yamaha Virago, Kasinski Mirage650, e a Harley-Davidson Sportster; e as de baixa cilindrada (até 250cc) Dafra Kansas, Sundown VBlade, Suzuki Intruder,Shineray 250 Custom e a Traxx Shark.

Réplica de um moto chopper usado no filme Easy Rider (1969)

Chopper

O termo “chopper” é derivado da palavra inglesa “chopping”, significando picar, cortar.

Chopper

As Chopper são motocicletas customizadas de forma a deixar o sistema dianteiro das motos modificados, principalmente com seus garfos alongados. Em consequência desta transformação, ocorrem outras, como seus guidões com os mais diferentes formatos e a estrutura dos quadros, modificando também o formato dos bancos, sempre colados ao quadro, e os tanques.

A tendência chopper iniciou-se na década de 1960, tanto na Europa, como nos Estados Unidos. A partir da década de 1970, marcas japonesas iniciaram a produção deste tipo de motocicleta. Nos anos de 1980, este tipo de moto foi deixado de lado pelas montadoras, retornando a febre no final da década de 1990, muito em função de programas de televisão norte-americanos.

Outra característica são suas peças cromadas, o visual minimalista e amortecedores compridos no eixo dianteiro. A busca por esta nova tendência, aliado a soldas caseiras e o desconhecimento sobre as propriedades do metal, ocasionaram muitos acidentes fatais nos primeiros anos desta nova cultura motorizada.

Noriyuki Haga com uma Yamaha R1.

Esportiva

As esportivas são motos com design aerodinâmico e mecânica de auto desempenho. São motocicletas utilizadas em campeonatos como Superbike. Possuem diversas categoria variando de 125 á 1100 cc. Os motores da categoria 600 cm³ de cilindrada, permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades próximas a 310 km/hora reais, sendo o recorde de velocidade da Suzuki GSX-R 1300 Hayabusa, tendo havido um acordo entre marcas para ficar todas as desportivas limitadas eletronicamente a 300 km/hora. Em geral, possuem discos de travão (freios) duplos, quadros fabricados em materiais leves, design esportivo, e avanços com posição de pilotagem baixa, escapes com ruído esportivo. São dotadas de carenagem, com o objetivo de reduzir a resistência com oar. Atualmente, as montadoras aprimoram suas tecnologias nas pistas, durante campeonatos como o Moto GP e o Super bike. A relação peso-potência dessas motos já ultrapassou a barreira de 1:1, onde cada cavalo de potência “empurra” um peso inferior a um quilo.

Possuem pneus largos, visando uma boa área de contato com o solo, tanto em retas como em curvas. Geralmente possuem amortecedor de direção, a fim de se evitar o Shimmy, que, em muitos casos, pode levar o piloto a uma queda. O Shimmy consiste num movimento muito rápido dos avanços, virando de um lado para o outro, sem controle, e, normalmente, é causado por ondulações no asfalto. No painel, o que se destaca é o conta-giros, que mede as rotações por minuto. Geralmente fica numa posição de destaque e de fácil visualização. (Atualmente os velocímetros são digitais, assim como os marcadores de combustível, óleo, etc.).

Pela posição de pilotagem (o piloto fica praticamente deitado sobre o tanque de combustível, com o tronco inclinado para a frente e os pés para trás), não são motos muito confortáveis para utilização em vias urbanas, sendo mais indicadas para condução em rodovias. Normalmente, o banco do pendura (garupa) é bastante desconfortável, e alguns modelos, por serem inspirados nas motos de corrida, nem mesmo têm esse banco disponível, sendo monolugares.

Exemplos desta categoria incluem a Yamaha YZF-R1, Honda CBR1000RR, Kawasaki Ninja ZX-10R, Ducati 999 e a Yamaha RD 350.

Yamaha XTZ 250 Ténéré

Fun Bike

A Fun Bike é a moto classificada como motos para terreno de asfalto e para terrenos de terra (categoria on-off), geralmente de média a alta cilindradas, bom desempenho, média manutenção e médio consumo de combustível, contam com segurança e conforto.

Com essas características, são bastante utilizadas por pessoas que podem utiliza-la tanto para turismo, lazer e uso urbano além de utilitárias por Bombeiros e Resgates.

Falcon

Exemplos desta categoria incluem a Falcon , Yamaha XTZ 250 Ténéré e aTDM.

Suzuki Hayabusa lançada no Tokyo Motor Show em 2008.

Big biker

Motocicletas desta categoria têm como características marcantes os motores de grande deslocamento com forte ênfase na velocidade máxima e aceleração. São comumente equipadas com motores de grandes cilindradas, entre 1.100cc até 1.400cc. Caracterizam-se, também, por serem maiores e mais pesadas do que as super esportivas, com peso a seco em torno de 227 kg (500lb). O aumento de peso compromete a performance em autódromos (onde podem existir muitas curvas fechadas) em favor da estabilidade para alcançar velocidades que podem exceder os 290 km/h (180 mp/h). Esse compromisso também permite aos fabricantes criarem posições de pilotagens que sejam mais ergonômicas ao piloto.

Exemplos desta categoria incluem a Suzuki Hayabusa, CBR1100XX e aKawasaki Ninja ZX-14.

Honda XL 1000V Varadero

Maxi-Trail

Categoria que inclui modelos de motocicletas aptas a incursões por estradas pavimentadas e estradas de chão batido. Os modelos mais conhecidos desta categoria são as BMW R1150 GS,yamaha xt660r BMW R1200 GS, Honda XL 1000V Varadero, Suzuki V-Strom, XL 700V Transalp — Honda, Ducati Multistrada e Buell Ulysses.

BMW R1150 GS

A categoria surgiu das motos denominadas “trails”, projetadas para andar nas trilhas, fora das estradas, em pisos de terra, areia ou cascalho. Normalmente modelos menores com motores entre 125, 250 ou 350 cm³, leves e com grande maneabilidade para andar “fora-de-estrada”.

Em setembro de 1975, a Yamaha lançou a XT500, na convenção dos revendedores dos Estados Unidos (a Europa somente teria disponível em 1976). Foi produzida até 1981 com seu monocilindro de quatro tempos, consagrada pela vitória no primeiro rally Paris-Dakar,[3] somente na França foram vendidas mais de 62.000 unidades de 1976 a 1990. Com o aumento de cilindrada para 550, 600 e hoje com 660 cm³, formou-se a categoria chamada de Big-Trails, chegando a 750 e até 800 centímetros cúbicos de cilindrada. Diversos fabricantes criaram modelos nesta categoria, como a Honda, Yamaha, Suzuki, BMW, Ducati, Cagiva, KTM e outras. Identificando uma demanda por motos de alto desempenho, as bigtrails subiram de categoria, ganhando potência, cilindrada e performance, criando-se a categoria das Maxitrails.

Pocketbike

MiniMotos ou Pocketbikes

As Minimotos (designação europeia) ou pocketbikes são veículos de competição. Em diversos países realizam-se campeonatos regionais e nacionais.

Pilotos como Valentino Rossi ou Sete Gibernau iniciaram a sua carreira no motociclismo em campeonatos de minimotos. No entanto, as minimotos são especialmente procuradas por adeptos do motociclismo de velocidade como forma econômica de conduzir em circuito ou participar em competições amadoras.

Em regra geral, as minimotos de fabrico europeu respeitam diferentes especificações de dimensões e performance de acordo com classes e regulamentos.

As suas potências podem variar desde os 2,5 cavalos para as Classes Júnior, a 18 ou mais cavalos para os modelos de grande preparação participantes nas classes Open.

A utilização das Minimotos deverá ser feita em local apropriado, nomeadamente kartódromos.

Moto naked: Yamaha SRX 400.

Naked

As naked (“nuas”), são motos que têm bom desempenho (algumas de alta cilindrada) em relação ao motor e conjunto mecânico, mas modificadas para permitir uma posição de pilotagem menos deitado, e mais sentado, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, com guidão mais alto do que nas esportivas, porém não possuem carenagem (que são caras e frequentemente são danificadas quando na condução em vias de muito tráfego).

Moto todo-o-terreno: KTM.

Off-road

As motos off-road (de todo o terreno) são utilizadas por praticantes de motocross/supercross, enduro, cross-country,trial, ralie trail. Os pneus são específicos, geralmente para tração na terra (tipo tacos) e rodas maiores, para transpor obstáculos com maior facilidade. A sua suspensão possui um curso total maior, sendo mais altas em relação ao solo, para absorver impactos e não os transmitir para o piloto.

O visual geralmente é despojado, com desenho rústico e/ou agressivo, sem acessórios que possam ser danificados quando a moto for utilizada em trilhas. Possuem também uma relação de marchas curta e rápidas acelerações, com motores de 125 a 600 cm3 de cilindrada ou mais. Dentro desta categoria, existem as Big Trail, motos de uso misto para viagens longas que incluem trechos de off-road. São mais confortáveis e mais pesadas, com pneus de uso misto e tanques de combustível que chegam a 40 litros, para permitir boa autonomia em trechos longos em que não é possível o reabastecimento. São a maioria das motos que participam do Rally Paris-Dakar.

Outra variação dentro desta categoria são as MotoCross, indicadas para participação em campeonatos de velocidade/saltos em terraou de rally, vendidas sem acessórios obrigatórios para utilização em vias urbanas (espelhos, piscas, lanternas). Uma nova variação dentro da categoria Trailsão as Motard e Supermotard(que veremos a seguir), motos originalmente de trail/cross mas que foram adaptadas para competições em circuitos que alternam trechos de alta velocidade em asfalto com trechos de terra e saltos. Utilizam motores com capacidade cúbica acima de 600 cm3 de cilindrada.

Exemplos desta categoria incluem a Kawasaki KX-F 250, KTM e a BMW F650.

Trials Bike

Motorcycle trials (sem tradução literal para o português) também denominado observed trials e moto-trial,é uma categoria de motocicletas desenvolvidas para os mais diversos percursos, trata-se de uma modalidade onde a velocidade não é o fator mais notório. O esporte é bastante popular no Reino Unido e Espanha, contudo praticamente inexistente no Brasil e no resto do mundo.

As trials modernas são bem diferentes das mais antigas, e evoluíram para se tornarem extremamente leves, não possui assentos (são projetadas para serem guiada em pé) e tem curso da suspensão mais curta em relação ao motocross ou enduro. Essa categoria é frequentemente utilizada por pilotos de outros esportes motorizados tais como motocross ou pilotos de ralicomo uma forma de treinamento, devido o fato de que para dominá-lo, é necessário domínios precisos da aceleração, equilíbrio e controle da máquina.[2]São motos muito leves, com calibragem baixa de pneus para melhor aderência aos obstáculos. São usadas para saltar estes obstáculos em curta distância, e entre cada obstáculo a moto fica parada e o piloto se equilibra sobre a mesma sem por os pés no chão, dando pequenos saltos para compensar o desequilíbrio, com as duas rodas ou apenas parado com a moto empinada, pulando com a roda traseira. Em terrenos úmidos e recomendável uma calibragem mais baixa, assim como usar também uma câmara grossa porque a chance de furar um pneu é bastante reduzida.

Existem campeonatos mundiais nesta modalidade. Atualmente (2014) o campeão da categoria é o espanhol Toni Bou.

Moto scooter: Yamaha Aerox.

Scooters

As scooter são motos que permitem a posição de pilotagem sentado e com os pés apoiados no piso, sem a necessidade de usar os pés para a troca de marchas, montadas com câmbio automático (CVT) por corrente dentada com polias variáveis. maioria das scooters possui 50cc equipadas com motores 2 tempos. Acima disso se encontram as de 4 tempos. Usadas para pequenos deslocamentos e lazer, apresentam compartimentos porta-capacetes que permitem ao usuário deixá-lo escondido na moto enquanto não estão sendo utilizados.

Até 1998, no Brasil, era permitida a condução das scooters’ de, no máximo, 50 cc e velocidade máxima de 50 km/h por qualquer pessoa maior de 18 anos, sem a necessidade da Carteira Nacional de Habilitação, desde que a moto estivesse devidamente emplacada e o condutor usasse capacete. Desde então, é necessária a ACC (Autorização para condução de ciclomotores) ou a carteira de motorista para motocicletas acima de 50cc (categoria “A”).

Geralmente, as motos de baixa cilindrada (de 50 a 100), apresentam baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Existe uma nova tendência de equipar as scooters com motores maiores, de até 850 cilindradas (Aprilia SRV 850 ou Gilera GP 800 — com 839 cc ), para atingir uma pequena fatia do mercado de usuários que querem maior desempenho aliado ao conforto de pilotar com os pés apoiados.

Na Europa, é comum o uso de scooters de 125 e 250 cc por executivos, sendo que em alguns países, há mais venda de scooters do que de motocicletas “normais”.

BMW R26 com side car.

Side car

É um acessório com uma roda que não é alinhada diretamente com a roda traseira da motocicleta, e é montado lateralmente na moto. Por ter um formato parecido com um carro pequeno e estar preso lateralmente à moto recebe este nome. Normalmente tracionado apenas pela roda traseira da moto. É assim diferente de um triciclo motorizado, no qual as duas rodas traseiras são tracionadas e compartilham o mesmo eixo. No entanto, P.V. Mokharov da União Soviética ou H.P Baughn da Grã-Bretanha parecem ter sido os primeiros a empregar uma roda de side car dirigível em 1932.

Honda CBX250 Twister

Street

As street são motos que apresentam conforto e mobilidade para serem utilizadas no trânsito urbano, geralmente entre 125 a 500 cilindradas. A posição de pilotagem é sentada, com os pés apoiados nas pedaleiras. Apresentam desenho simples, com banco para garupa, sem muitos acessórios, e permitem a utilização entre os veículos nas vias urbanas (corredores). Variações com motores de 150, 200, 250 e 500 cilindradas com desenho semelhante às de 125 cilindradas também são vendidas. No passado, a Honda-Brasil vendeu motos street de 400 e 450 cilindradas, com desenho de motos street, mas com dimensões proporcionalmente maiores ao aumento de cilindrada, perdendo parte da mobilidade no trânsito. Apresentam velocidades máximas por volta de 110 km/h (até 125 cc) e entre 110 e 160 km/h.

Exemplos desta categoria incluem a Suzuki GS500, Yamaha YS 250 Fazer, Honda CBX 250 Twister, CBX 200 Strada e a Dafra Speed 150.

Triumph Daytona 675

Streetfighter

Conceito criado na década de 1990 para designar motos esportivas sem peças como carenagens faróis entre outros, que são utilizadas para rachas em centros urbanos. Inicialmente as street fighters eram motos antigas que recebiam up grades com peças modernas, como freios, suspensões e sistema de alimentação além de preparação dos motores, com o intuito de continuarem competitivas diante das motos mais novas! essa moda se evidenciou no inicio dos anos 2000, porém perdeu suas características para algumas motos de série.

Geralmente são removidas grandes partes como carenagem, e incluídas outras peças como protetores lateral, resultando em uma motocicleta de estilo agressivo.

Esta categoria, assim como equipamento de wheelie, enquadram-se motos sem carenagem, mas com motor derivado de motos esportivas. Este nome (Street Fighter) surgiu quando apostava-se quem chegaria primeiro a um determinado local na cidade, utilizando-se motos muito potentes, muitas vezes Superesportivas sem carenagens, para no caso de uma queda os prejuízos serem menores, daí uma briga de rua.

Em 1993 a Ducati introduziu em sua linha de montagens uma naked chamada Monster. Foi a primeira a observar e criar uma linha de produção com o estilo e também tornou-se o modelo favorito dos praticantes. Em 1994 seguindo a mesma linha, a Triumph introduziu a Daytona versão Streetfighter. As duas foram sucesso entre os entusiastas.

Husqvarna Supermotard 2002.

Supermotard

As supermotards são motos que até a década de 1990, eram projetadas pelos próprios donos ou oficinas especializadas, o que ocasionou o interesse de montadoras a fabricarem modelos supermotard, possui característica trail com ciclística esportiva, com rodas e pneus esportivos. Existem muitas competições, inclusive agora no Brasil. Nos campeonatos, as motos enfrentam trechos de asfalto e de terra, às vezes até com alguns saltos. São chamadas também de Super Moto. O que caracteriza uma motoSuperMotard é o aro das rodas, sempre de 17 polegadas.

Exemplos desta categoria incluem a Yamaha XTZ 250 X e a Sundown STX 200.

Moto underbone: Zündapp.

Underbone

As underbones são motos de dimensões reduzidas, menores do que as street, geralmente com câmbio semi-automático, baixas cilindradas (abaixo de 125 cilindradas), baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Com essas características, são bastante utilizadas por empresas com serviços de entrega urbanas (Motoboy), por unir a facilidade da condução em corredores’ ‘das vias urbanas ao baixo custo da moto e baixo custo operacional. Apresentam acelerações menores do que as street e velocidades máximas de cerca de 100 km/ hora.

Honda CBR preparado para a prática do wheelie

Wheelie

As motocicletas são especialmente preparadas para a prática do wheeling, pois exigem maior resistência a impactos constantes, usa-se variadas potências, desde 50cc a 1200cc, geralmente são tirados componentes da parte dianteira como painél, setas e farol. Além de possuírem a Churrasqueira, que é um suporte traseiro para proteção do quadro e demais peças, além de melhorar a performance dos pilotos.

Em alguns modelos, os freios traseiro são além de acionados com o pé, com as mãos, através de um pequeno manete localizado embaixo da manete de embreagem, a relação é mais curta, com coroas de tamanho maior possibilitando ter mais controle sobre a potencia do motor, os pneus são calibrados com pouca pressão para que se tenha maior aderência e domínio.

X-Tudo

São motocicletas que recebem peças e partes de vários modelos diferentes, criando um novo conjunto único.Geralmente se assemelhando a algum estilo diferente do original ou de algum modelo no mercado, mas nunca idêntico em visual ou performance devido a combinação única de peças.

Tal combinação depende do objetivo do proprietário (motivo da troca) e harmonia das peças entre si, correndo risco de não ficar andável em vias públicas porém sendo possível a legalização deste tipo de modificação, geralmente bem recebido como Up-Grade no veículo.

Segurança

Tipos de capacetes para motos.

O equipamento fundamental e obrigatório em todas as partes do mundo, salvo raras exceções, é o capacete motociclístico. Além dele, uma série de equipamentos são utilizados para ajudar na segurança, como botas, luvas, balaclava, entre outros. De acordo com o Departamento de Transportes dos Estados Unidos em 2005, foram 18,62 mortes por 100 mil veículos. Para motocicletas esse número era de 75,19 por 100 mil, ou cerca de quatro vezes a taxa absoluta por veículo (excluindo quilometragem). É muito importante referir que para além do capacete devidamente certificado pelo “DOT” (padrão internacional) ou INMETRO (padrão brasileiro), também deve levar em conta e utilizar em todos os momentos: jaqueta de couro ou materiais sintéticos, luvas e botas, isto a fim de reduzir a lesão num acidente.

Um relativamente novo dispositivo de segurança que já está disponível é uma jaqueta airbag inflável. Um motociclista pode usar uma jaqueta airbag que está ligado à motocicleta, por isso, se ele ou ela é jogado da moto durante uma colisão, a jaqueta irá inflar automaticamente para fornecer uma almofada para o motociclista. Isto irá diminuir o corpo superior e as lesões internas de uma motociclista que frequentemente pode ser fatal. A idéia de um airbag jaqueta / colete foi inventado por Straub Tamás que solicitou patente húngara em 1976.



Referências :

https://pt.wikipedia.org/
http://www.matel.com.br
https://imperiobateriassantos.com.br/


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