baque solto, eu sou do mangue.

sou da terra de gente que se fala (oxe, e como se fala ). Se ruim ou se bem, são vozes que tu escuta todo tempo

mercado da boa vista numa quentura, fervo!

a rua é sexta feira, quinta, terça, carnaval, tem essa não (mas é rua).

é beijo, transa, muita gente, gente nenhuma. é troca de sangue, de gozo, de boca, de peito, de palma, de riso, grito. todo mundo se conhece, nem que seja de vista.

mas onde já se viu? nesse breu aqui, ninguém se fala, se conhece, se troca, se esbarra, se expõe, se é, se deixa, se sente, se provoca, se mete… só sexo, só.

vai que eu mostro presse breu, o que é saber que tu se vai partir.

e gozo é só parte de um orgasmo maior que é viver sabendo S E R

o que veio ser nessa coisa toda, nessa coisa pouca.

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