Susto de normalidade (ou era pra ser).
Não há nada de explêndido nisto, acho que é o mínimo da empatia. Mas hoje dei um susto de gentileza em Larissa (funcionária do Itaú).
Larissa me liga há mais ou menos dois dias, num intervalo de breves minutos. Eu me negava a atender pq né? — devo não nego, pago quando puder — mas fico triste e chateada por não ter como solucionar.
[Recorte] Ontem fui dormir muito chateada. Descobri que perdi o show de Perota Chingó no Rio. E eu aguardo este show há anos. :(
Mas o dia começou lindeza: Renato entrou em contato às 05h52, vi, mas respondi às 09h04.
Renato pra mim é troca, é amor. Já fez meu dia massa. \o/
Durante as duas estacoes de metrô que estão no meu trajeto até o escritório, fiz respiração profunda:
— Respira fundo e exala devagar, Pri. —
Eu gosto do clima da sala em que trabalho, talvez as dez pessoas da sala não saibam, mas elas são pura luz pra mim. [Rec.Interrompido]
Larissa voltou a insistir, resolvi atendê-la e ouvir o panorama assustador em que se encontra minha conta bancária negativa. Escuto com atenção e digo a Larissa que o salário vai chegar. Ela se conforma. Eu digo: Larissa, muito obrigada. Tenha um lindo dia. Um forte abraço.
Larissa embolou a voz, senti a surpresa e seu susto ao ter sido tratada com uma pessoa ao telefone, não uma robô. Me desejou um lindo dia também, agradeci e retornei um lindo dia, novamente. Desligamos. Namastê Larissa. Simples!. :)
[Rec.O.Retorno] O show? Não vai rolar Rio, mas vai rolar ir a BH de carro, com duas moças (até então desconhecidas) tão inconformadas quanto eu em perder o show aqui, para assistir o show por lá, numa trip bate e volta. \o/ E assim o senso de comunidade volta e todo mundo sai mais leve. :DDD