A arte de dar feedback
Julio Daio Borges
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Na área de desenvolvimento de software, da qual tiro meu humilde sustento, cansei de ter que suportar gente que realmente não serve pra nada e *nunca* servirá neste exigente ramo. Não tem jeito: em 1 ou 2 anos dá pra saber se o programador tem futuro ou não. Mas os ruins não saem do ramo e insistem em conviver eternamente com quem está ocupado querendo criar com seriedade. Programar é como escrever: exige inspiração, criatividade, baixo nível de desordem mental e inteligência acima da média. Vejo que em inúmeras áreas ainda impera a regra do 90–9–1: 90% não serve pra nada, 9% consegue modificar construtivamente o que existe e 1% traz coisas boas e novas para os 9% divulgarem e adaptarem…

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