Design Sprint

O Google tem o poder e conhecimento para ditar tendências, isso é uma verdade. Goste você ou não, ele vai continuar fazendo isso e você será obrigado a conhecer, porém se você irá usar, já é outra história.

Recentemente tivemos um “buuuummmm” de clientes e executivos querendo rodar o Design Sprint em suas empresas e/ou projetos. Até aqui tudo bem, pra nos Designers, trabalhar com tendência sempre é empolgante, apesar das pessoas gostarem mais do nome do que a função do Sprint.

Há tempos o Brainstorm vem perdendo espaço. Esse recurso que foi amplamente difundido em agências e empresas, hoje começa a cair em desuso. O grande problema é que muitas pessoas (acá Executivos) acham que o Design Sprint veio para melhorar e superar o Brainstorm.

(Antes que alguém me entenda mal, quero esclarecer que apenas irei relatar algumas experiências que tive nas últimas empresas. Quero acreditar que isso não seja a realidade em todos os lugares).

Ele tem sim um objetivo mais claro de definir um rumo, mas a falta de conhecimento sobre o processo pode dificultar muito a sua execução.

Falo isso, pois o último que rodei aqui na empresa, tivemos momentos bons e outros nem tanto. As pessoas que participam do processo precisam ser bem abertas a críticas e sugestões, ou caso contrário, será um calvário conduzir os trabalhos.

É preciso entender, que nós UX Designers, precisamos abrir mão de algumas ideias, principalmente se o grupo não concordar. O que vejo é que algumas pessoas ainda tem uma grande dificuldade de receber críticas sobre o trabalho. O teste com o usuário veio para fortalecer aqueles que realmente se importam em criar soluções reais e funcionais, deixando de lado o ego e aquela falsa certeza de que só o Designer tem razão.

No final, após os testes com o usuário, o novo layout foi bem recebido e as ideias que foram geradas tiveram uma aceitação absurda dos gestores.