Ser carpinteiro (ou a esponja) da vida dos outros enche o saco.
Júlia Meirelles
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Quase favoritei o texto todo. Eu também sou exatamente como você descreveu. A que resolve, a que apaga os fogos e socorre a todos, mas que, quando precisa de socorro, não encontra, pois as pessoas “não são tão boas nisso como eu”. 
A carpintaria Juliana também está fechada para balanço há um tempo, se recuperando de todo o trabalho duro de anos. E como dói fazer balanço de si mesmo, né? As vezes soa um pouco egoísta dizer que, ao menos por um tempo, estamos “cagando” pros problemas alheios, mas se não for assim enlouquecemos, então é necessário um pouco de egoísmo. Priorizar-se é o caminho. Tenho tentado não precisar de ninguém também, ser eu mesma minha própria carpinteira, afinal no fim só tenho a mim mesma, né e depender de alguém é ruim demais. Ninguém pode ter a obrigação de me salvar.
Que consigamos, Júlia! Beijos

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