Sentindo falta dos meus posts sobre sexo?

Eita nóis vó.

Os antigos leitores do velho Coisa Errada versão 1 vão lembrar que, lá pra 2007 e 2008, sexo era um dos temas mais abordados no blog. Era bem legal para mim escrever sobre este assunto porque eu tinha uma sensação loka de total liberdade. Qualquer um poderia encontrar meus textos cheios de intimidades, desde familiares a empregadores, e mesmo essa possibilidade não me impedia de escrever a respeito.

Era legal também porque eram os textos de maior sucesso. Acho que justamente essa combinação de liberdade total (o leitor nunca sabia que putaria iria encontrar por lá) com a tiração de onda que era a pegada principal do blog tornavam a coisa toda muito divertida.

E, não vou me fazer de santa não: ter a descoberta da sua própria sexualidade acompanhada por um monte de desconhecidos que incentivavam, riam e se identificavam era MASSA PRA CARALHO (no pun intended).

Aqui no Coisa Errada versão 2 já tivemos alguns textos sobre sexo, mas é uma outra maneira de falar sobre o assunto. Mais maduro, menos divertido, mais esclarecedor, menos bobagem. Afinal, 32 anos, né, galera? :))

Tem o post em que abro meu coração para falar do cara com quem eu mais gostei de transar na vida.

E também tem um outro contando de quando trepei com um ator pornô (for real).

Tem um aqui falando sobre pornografia e sobre um documentário que mostra o lado sórdido do porn amador.

No entanto, tem aquele em que eu decidi contar sobre meu estupro.

A convite do meu amigo Fransuel Nascimento, eu também colaboro num blog editado e organizado por ele, o Projeto SOLO. Lá, escrevo semanalmente sobre relacionamentos.

O meu texto publicado hoje é, sem dúvida, aquele do qual tenho mais orgulho. Ele fala sobre o contrato implícito que existe durante o sexo e porque você, homem, pode estar sendo um grande babaca com as suas parceiras e nem perceber.

É um post engraçado? Até que é. Contudo, muito mais importante do que isso, ele é DIDÁTICO. Eu mostro várias situações horrorosas que uma grande parte das meninas passa durante uma relação sexual e que, DEFINITIVAMENTE, não precisavam acontecer.

Ali explico bem graficamente porque NÃO É NÃO. Recomendo a todos a leitura — e de outros posts meus e de colegas. O Projeto SOLO está realmente muuuito maneiro e é um privilégio poder participar dele.

Com amor,

Rachel.