Raissa, a pequena inconformista.

Olá, muito prazer, eu sou a Raissa, uma inconformista nata. Minha mãe e meus amigos poderiam confirmar tal característica contando algumas histórias de meus questionamentos sobre o mundo desde que eu era bem pequena.

Segundo ela, certa vez eu demonstrei profunda indignação pelo fato de nós cidadãos sermos multados pela falta do uso de cinto de segurança. Na minha ingenuidade da época, não fazia sentido sermos controlados pela obediência de uma norma que, teoricamente, seria somente para o meu próprio bem. Hoje, mais madura, entendo a necessidade do estabelecimento de regras para o convívio em sociedade e que, na verdade, acidentados também são uma questão de saúde pública. Entretanto, meus questionamentos sobre as razões das coisas nunca saíram de mim.

Este meu desejo de encontrar sentido para tudo, me levou a optar pelo curso de Psicologia para minha graduação. Como sempre fui muito curiosa para entender as relações que estabelecíamos uns com os outros e com o mundo, acreditei que este curso poderia me formar em uma profissional capaz de ajudar as pessoas em suas angústias internas. Através do meu trabalho, portanto, eu poderia proporcionar alguma melhora nas relações destas pessoas com elas mesmas e, consequentemente, com aqueles ao seu redor.

De lá para cá muita coisa aconteceu. Me mudei de cidade para estudar fora, conheci gente diferente e aprendi a criar famílias onde quer que eu estivesse. Na graduação aprendi que a psicologia vai para muito além da clínica, e que na universidade há um montão de jovem a fim de fazer a diferença no mundo. Eu não estava sozinha.

Lá eu preferi me envolver com atividades multidisciplinares e com o pessoal de outros cursos da graduação, pois o diferente sempre me chamou a atenção. Quanto mais gente diferente de mim eu conhecia, melhor era. Foi assim que me envolvi durante 4 anos da graduação em projetos como movimento empresa júnior, AIESEC, voluntariado e programas da Fundação Estudar, buscando aumentar o ciclo de liderança jovem dentro da nossa Universidade.

Todos estes projetos me ensinaram muito e, principalmente, me ajudaram a não ser somente uma jovem inconformada. Com eles eu tive a oportunidade de transformar em ação os meus inconformismos, sempre em busca de impacto na vida das pessoas. Como eu ainda tinha um grande sonho de sair do país para conhecer mais pessoas, e agora de culturas diferentes, também me aventurei em um intercâmbio, primeiro em Portugal, e depois na Espanha.

Bom, tudo até aqui tinha sido incrível, mas rapidamente o momento de ser adulta havia chegado. Neste momento eu precisei fazer escolhas mais estruturadas sobre os caminhos a seguir como profissão, pois em breve eu assumiria grande responsabilidade pela vida das pessoas a partir do meu trabalho como psicóloga. Foi aí que eu resolvi me aventurar pela última vez na graduação e me mudei para São Paulo em busca de um estágio como recursos humanos dentro de uma grande organização. Seria a oportunidade perfeita para eu aprender muito e ainda trabalhar pelo impacto de um grande número de vidas atendendo as necessidades de trabalhadores no Brasil.

Foi assim que consegui um estágio na Unilever, onde tive a oportunidade de desenvolver projetos incríveis que contribuíram significantemente para o bem estar de colaboradores. Foi aqui que tudo começou a ganhar mais sentido. Pela primeira vez eu tive a oportunidade de trabalhar com problemas reais das pessoas e passar a entender como eu poderia fazer a diferença naquela situação. Dentre tudo que eu já fiz na vida, aqui eu consegui desenvolver algo que me orgulho de verdade.

Dentro da Unilever, trabalhei como Business Partner dando suporte em recursos humanos a um time de funcionários da segmentação de Food Solutions. Neste contexto, junto com meu time, eu fui responsável por um time de mais de 150 pessoas espalhados pelo Brasil em diversas localidades. O meu grande desafio foi pensar em soluções que conectassem essas pessoas para que juntos pudessem trabalhar bem estar em diversos âmbitos de suas vidas pessoais e, principalmente, ajuda-los na busca pelo propósito em suas funções. Felizmente essa história tem um final feliz. Eu consegui entregar um programa de Wellbeing completo para esses colaboradores no ano de 2018. Finalmente eu havia conseguido um resultado positivo de grande escala decorrente do meu inconformismo em busca do melhor sempre.

Hoje, olhando para onde estou e refletindo acerca dos caminhos que me trouxeram até aqui, eu vejo que tudo valeu a pena. Uma dose de calmaria talvez fosse necessária em algumas situações, pois por vezes me atrapalhei em ansiedades. Por isso, bons conselhos e contar sempre com a mentoria de pessoas experientes e eficientes, foi fundamental.

Foi assim que eu consegui ser feliz até aqui. Criando lares aonde quer que eu decidia ir. Primeiro na Universidade, depois no Intercâmbio e agora em São Paulo. Me rodear de pessoas boas, conectar histórias e propósitos trabalhando por uma mudança significativa no mundo é o que eu venho fazendo até aqui, e é o que eu pretendo continuar fazendo. Com certeza, daqui a 20 anos, eu gostaria de ser lembrada como a Raissa que conseguiu colocar energia no que era errado em busca do que era certo.

A Johsons e Johnsons tem a visão de promover no Brasil o bem estar de cada pessoa, fazendo parte da vida de todos pelos menos uma vez por dia, da infância a maturidade. Com esta visão, a companhia deixa claro que coloca o bem estar das pessoas em primeiro lugar, e este é um compromissos de todos, de seus colaboradores e do propósito de seus produtos. É por esta razão que eu escolhi me desafiar com seu programa de trainee. Os caminhos que segui até aqui, me mostraram o poder de trabalhar com pessoas que compartilham propósito, pois juntos, vai-se mais longe, e mais impacto é gerado.

A companhia nos tem mostrado que está comprometida com seus valores, e me apaixona pessoas comprometidas em suas causas. Tenho certeza que até agora aprendi muito pouco sobre o poder de transformação que as pessoas juntas podem ter, mas sei onde eu posso aprender mais. E eu posso aprender aqui, com vocês. Com vocês que se comprometeram a ler centenas de cartas para conhecer histórias e se apaixonarem por elas. Vocês se mostraram dispostos a trabalhar muito em busca do melhor, e eu espero que eu também. E aí, vamos juntos?