Fazer Marketing Digital, eu?

Em minha carreira profissional sempre procurei me especializar nos setores mais tecnológicos, como eletrônica e TI. Olhando por um lado, é muito mais fácil lidar com máquinas ou software do que com pessoas, por um motivo muito simples: EMOÇÃO. Máquinas não possuem sentimentos ou dúvidas e muito menos mudam de ideia, mas sinceramente será que é tão bom viver na solidão dos nossos pensamentos ou na ausência de interação com as pessoas?
No meu trabalho quando aprendia a concertar um equipamento ou resolver um bug do nosso sistema, tinha uma curva de aprendizagem muito curta e de certo modo simples, do contrário da interação com pessoas que é um desafio crescente que pode ser vencido aos poucos. Sabia que na realidade do mercado você pode ser um gênio e ter uma ideia revolucionário, mas se não souber transmitir isso para as outras pessoas ela não sairá do mundo imaginário da sua mente. E foi exatamente esse tipo de obstáculo que encontrei, na medida que foi crescendo na empresa onde trabalhava tinha a responsabilidade de ter um conhecimento sênior nas atividades que exercia e principalmente saber passar esses conhecimentos para os meus companheiros, além disso, tinha aberto um negócio pessoal e se realmente eu queria que o meu investimento ganhasse visibilidade e conquistasse mais clientes eu deveria aprender como vender e atrair a atenção das pessoas.
Quando nos encontramos em situações como essas, devemos nos fazer uma pergunta que pode nos trazer até um certo incomodo, porém, é necessária: Será realmente que eu sempre me sentirei bem na minha zona de conforto ou está na hora de dar um passo além?
Refletindo sobre isso decidi recentemente sair um pouco da única visão de mercado que enxergava e escolhi explorar outras oportunidades que estavam ao meu redor, nessa nova jornada encontrei o Programa Nanodegree de Marketing Digital, francamente me perguntei se realmente valia a pena ou se estava certo do que queria, mas só de pensar que eu tinha um novo desafio na minha frente me dava a motivação necessária para seguir em frente numa jornada de novas descobertas. E quer saber? Não me arrependo.