10 de agosto de 2015

A transitoriedade da vida

Li dias atrás, em excelente texto, dizendo que o sentido da vida é a morte.
Pode parecer rude, de uma truculência impar, mas a vida é assim. Desde o começo o seu caminho está traçado. O que vem à frente são obstáculos.
A vida é efêmera, podes acreditar. Seja você branco, negro, amarelo, colorido, sem dó e piedade.
Impávida como ela se mostra a nossa frente, mas não tão colossal como alguns acreditam que seja. Outro já disse que ela é o início, o fim e o meio. Não necessariamente nesta ordem.

Aproveite a plenitude do momento. Seja aquela vida que você vislumbra toda vez que admira algo belo, seja o nascer do dia, o por do sol, o cair da noite, a calada da madrugada.
Faça o meio valer a pena. Porque, no fim, são essas as memórias que perduram.
A vida está em cada um de nós. E isso ninguém pode tirar. Nem mesmo o tempo, mesmo que seja curto.
Ela passa num piscar de olhos. E quando eles se fecharem, vá, mas com um sorriso no rosto.
Para aqueles que ficam, fica a lição: somente o amor, que por mais que seja intransitivo, é o que vale mesmo a pena ser vivido.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.