A chave do tempo

Acredito nas quadraturas, nas tablaturas, nas aberturas. No creo en las habladurías.

Há sóis para alumiar, há luas para sentir, há Mercúrios para brilhar, há Martes para falar e há Vênus para seduzir. Há turno e returno, há sofrimento. Há música para o sofrimento. Sobretudo, há o retrocesso do sentir-se amargo, passa a sentir-se doce, elevado, elevado às alturas.

Segue o seco, seca a planta, segue aquilo que tiraste na carta do tarô. Nem tudo é cactus, mas também nem tudo é flor. Segue as aranhas, segue as borboletas. Há turno e returno, há sentimento. Há música para o sentimento. Existe o que existe e nada mais. Existe o que existe tudo além do que está.

Acredito nesta dimensão, e em todas as outras que não podemos contar. O tempo é uma chave de fenda. Ou apenas a fenda. A chave somos nós.

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