Ateliê compartilhado
Casa Amarela

Fotorreportagem por Danilo Lavelli, Gabriel Prado, Letícia Severini,
Thaiane Dantas e Vanessa Canoso

O antigo casarão da avenida Consolação, que ficou fechado por mais de 11 anos, sob posse do INSS, ganhou novo nome, função e moradores, a partir de fevereiro de 2014: Casa Amarela, um ateliê compartilhado, ocupado por artistas anônimos, que realizam diversas atividades abertas ao público. Atualmente, os residentes aguardam a decisão do pedido de reintegração de posse do imóvel, mas enquanto nada for efetivamente resolvido, os artistas permanecem resistindo.

Victor Gomes, um dos artistas gestores do ateliê compartilhado Casa Amarela.

As paredes internas são repletas de intervenções artísticas produzidas pelos ocupantes do ateliê.

Obras do artista Sandro, ex morador de rua que agora reside no ateliê.

As obras do artista Monge Junior ocupam um dos cômodos da antiga casa.

Acervo de livros faz de outro cômodo uma pequena biblioteca.

Qualquer artista pode se inscrever para utilizar o espaço; a reserva depende apenas da disponibilidade de horários. Na foto, espaço utilizado por um dos artistas da casa.

Nos 3 andares e 27 cômodos da casa, são hoje realizadas diversas atividades artísticas, incluindo dança, artes plásticas e visuais, música, performances, circo e teatro, além de oficinas, exposições e shows abertos ao público.

Artista produzindo para série a ser exposta na estação de metrô Sacomã.

Gestores da ocupação afirmam que a casa possui alguns problemas estruturais, como acúmulo de umidade e infiltrações.

Obras do artista Victor Gomes expostas pelas paredes da casa.

Desde o início da ocupação, os artistas recebem doações de móveis e produtos de limpeza.


Visitantes interagindo com materiais da exposição de Monge Junior. O espaço fica aberto todos os dias para visitação gratuita, a partir das 14h.

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