A melhor amiga do meu ex ficante e a brincadeira do “Eu nunca.”
Eu estava completamente irritada. Pra baixo, sem vontade nem de sair. Meu ex ficante era um completo babaca que não sabia respeitar minha privacidade. Nunca gostei de ninguém invadindo meu espaço…Não seria ele o primeiro. Ele tinha uma melhor amiga, vou dar um nome fictício de Laura…Eu e Laura, não eramos muito próximas. Porém, ela sempre acompanhou o meu digamos assim, “relacionamento” com o babaca. Ele queria namorar, eu queria apenas sexo. Porém, ele não aceitava isso e saiu espalhando coisas que não deveriam….Laura me procurou quando tudo aconteceu. Ela como mulher, se colocou no meu lugar. Mandou mensagem no facebook dizendo “Posso falar com você? Não achei legal o que ele fez. Independente do que aconteceu, ele não tinha direito de espalhar coisas suas para seus pais.”
E dai surgiu uma conversa, uma aproximação. Eu nunca gostei muito dela, não por ciume, nunca nem senti isso…Mas por ela sempre está se metendo nos assuntos, dizendo que eu estava errada por não querer namorar com ele…Enfim, conversamos. Eu desabafei, ela me ajudou. Disse que iria conversar com ele, pedindo para ele me pedir desculpas. Eu disse que não era necessário. E realmente, não era. Só queria esquecer o que aconteceu.
Ela insistiu….como sempre, forçando a barra. Só pra ela parar de encher a porra do meu saco, eu disse “Ok.”
Se passaram dois dias. Eu já estava um pouco melhor apesar da situação está horrível em casa…Eu estava de castigo e odiava isso. Até que a Laura me chamou no messenger…
Laura: Oi, eu falei com ele. Ele não quis nem me ouvir. Disse que você era uma egoísta.
Eu: Egoista por não querer relacionamento sério? E por isso dei razão a ele de ter mandado fotos para o celular do meu pai?
Laura: Eu entendo….Me desculpe. Eu tentei.
Eu: Relaxe. Tá tudo bem. Obrigada por se preocupar.
Laura: Vem aqui em casa…Meus pais sairam e eu tenho umas vodkas aqui. Acho que você tá precisando. Depois, a gente pode sair pra alguma festa.
Eu: Eu tô de castigo mas vou tentar sair.
Fiquei pensando em não ir…O que aquela garota queria? Forçar uma amizade? Pelo amor, nunca nem troquei papo com ela. Mas eu estava realmente precisando sair, não aguentava mais olhar meu pai me condenando só com olhares. Como meu quarto estava trancado, eu mandei mensagem pro meu irmão “Me ajuda a sair que eu te arrumo minha amiga.” Não deu nem 5 minutos, ele já estava distraindo meus pais enquanto eu saia pela janela da sala.
Chamei um uber e apenas fui….Só na intenção de beber, encher a cara pois sobria eu não iria suportar meu pai me julgando o tempo inteiro. Eu não ia pagar nada mesmo. Bebida de graça não se recusa a não ser que esteja com “boa noite, Cinderela.”
Chegando lá, ela já estava na frente completamente bebada. Perguntei o quanto elá já bebeu, ela me respondeu dizendo que não fazia ideia.
Colocamos funk pra tocar…Eram quase 22:00, eu só queria beber até esquecer meu nome e o que estava acontecendo em casa. Resolvemos fazer uma brincadeira. Pegamos o celular e pesquisamos “eu nunca.”
Você fala algo como por exemplo “Eu nunca transei” quem já transou vira o copo.
Deitadas na cama, com o funk no ultimo volume…Completamente bebadas. Começamos a brincar.
Laura: Eu nunca fui trouxa. -Bebemos
Eu: Eu nunca dei pt. -Bebemos.
E assim foi….até um momento que veio a seguinte…
Ela: Eu nunca fiquei com uma garota. -Eu bebi.
Ela me olhou e disse: Sério? É bom?
Eu disse: É sim….
Ela: Me mostra? -Falando perto da minha boca.
Naquele momento eu pensei “Que porra ta acontecendo?” mas minha ninfomania gritava “fode a buceta dela até ela não aguentar mais.” E adivinha quem eu escutei?? kkkkk
Começamos a nos beijar…Ela parou no meio do beijo e disse “Eu gostei.” bebendo mais um copo de vodka e virando.
Eu: Assim você vai passar mal, garota.
Ela sorri e me beija de novo.
Ela: agora eu entendo porque ele gosta de você.
Eu: Pq?
Ela: Você é gostosa e beija muito bem.
Eu: Você está bebada e é hetero.
Ela: Tenho dúvidas da minha sexualidade apartir de agora. -Sorrindo.
Ela me jogou na cama e começou a me beijar. O funk tocava alto mas mesmo assim, a sua respiração ofegante conseguia ser ouvida de fora do quarto. Ela pega em meus seios e começa a tirar minha blusa, jogando a vodka em toda minha barriga e a beijando. Minha cabeça girava mas o tesão tava aumentando cada vez que ela passava a mão em meus seios, me olhando com cara de quem queria ser fudida. Ela desceu pelo meu corpo, tirando meu short. Passando a mão em meu clítoris, meu gemido já não era mais controlado. Ela me beijava, enquanto roçava sua buceta na minha. Puxando o cabelo dela e fazendo eu ficar por cima, comecei a beijar ela e tirando seu vestido. Passando os dedos em sua calcinha, eu alisava a buceta dela…Ela gemia e me beijava lentamente, indo em direção ao seu pescoço, eu colocava sua calcinha de lado, eu molhava meus dedos com sua vagina completamente molhada e passava no seu clítoris. Beijando seu pescoço, e com delicadeza passando o dedo em movimentos circulares. Ela gemia alto, eu beijava seu pescoço, subindo em direção a orelha. Dava umas mordidinhas nela e falava em seu ouvido, sussurando: Cachorra.
Eu e ela completamente nuas, coloquei-a de quatro. Chupando sua buceta, e enfiando dois dedos. Com três dedos, ela já estava tremendo de tesão. Fiz ela deitar de novo, queria chupar aquela buceta e sentir ela gozando em minha boca. Quando ela deitou, eu abri suas pernas, olhei pra ela e comecei a chupar. Passei a língua em seu clítoris bem rápido, enquanto ela puxava meu cabelo forçando para que eu não parasse. Colocando dois dedos, e chupando, enquanto meu outro dedo estava em minha vagina. Ela gemia, pedia pra que eu não parasse. Eu continuava empurrando meu dedo pra frente e pra trás, parava ás vezes pra estimular seu clítoris com meu dedo. Voltava com minha língua e ela gemia mais alto. Até que ela gozou em minha boca e eu passei os dedos em sua buceta toda molhada na minha boca. Fiz ela abrir as pernas de modo que eu pudesse encaixar a minha. Encaixei e comecei a ir pra frente e pra trás. Esfregando sua buceta na minha e a minha na dela. As duas completamente molhadas, eu gemia e ela gemia mais alto. Os nossos clítoris completamente molhados se esfregando um no outro dava uma sensação que eu não queria que acabasse. Gozei em cima da buceta dela que também estava gozada. Ela me jogou na cama com toda força e chupou minha buceta. Me fazendo arrepiar inteira.
- Relatos de uma ninfomaníaca.
