ME TRATANDO DA NINFOMANIA — ACABEI DANDO PARA MEU PSICOLOGO.
Tudo começou quando eu tive uma crise…Não era uma crise de ninfomania, era uma crise existencial. Tudo junto. Comecei a me mutilar e fui levada ao psicologo do colégio. Chegando lá, eu estava puta da vida. Foda-se pra tudo e todos. Pra quê psicologo? Não estou com saco pra isso. Mas fui praticamente obrigada a ir, e foi uma das melhores coisas que poderia ter me acontecido…Pois me apaixonei por psicologia e hoje estou no primeiro período da minha faculdade.
Na primeira consulta, eu não queria nem ouvir o que ele dizia. Mas desafabei. Contei tudo. Eu não estava faltando pra andar por ai…E sim, pelo fato de está transando. Eu preferia perder uma prova muito importante, do que perder a oportunidade de transar. A partir do momento em que fui relatando tudo, aos mínimos detalhes…Ele foi percebendo que o meu desejo sexual, não era algo comum. A partir da terceira, quarta consulta ele chegou a conclusão de que eu sofria de ninfomania. Compulsividade, possessividade por sexo. Masturbação todos os dias, todas as horas. Eu não me controlava e isso chegava a me prejudicar.
Comecei a pesquisar sobre o assunto e disse “Claro que não. Eu fico uma semana sem sexo e masturbação fácil.” Repeti isso para o psicologo. Ele disse “Tente.” Tá me desafiando? É isso mesmo? — Pensei comigo.
Então, tentei. Uma semana sem sexo. Uma semana sem me masturbar. A partir do segundo dia, eu estava louca. Eu não conseguia me controlar, realmente. Eu precisava sentir o orgasmo pulsando dentro do meu corpo, eu precisava esfregar minha vagina em algo, em alguém. Não deu três dias. Eu me masturbei 5 vezes em menos de 4 horas. Contei ao psicologo. Ele disse que eu precisava me tratar, mas que não iria comentar com meus pais para que eu me sentisse mais a vontade em confiar nele.
Ele dava maneiras de como eu poderia me controlar. Pedia pra eu ler livro, vê filme….Foram exatamente 5 meses de consulta. E eu melhorei muito. Consegui ficar 1 mês e meio sem sexo, sem masturbação.
Até que chegou a última consulta com ele….Não a última pelo fato de ter acabado o tratamento e sim pelo o que aconteceu nesse dia.
Era uma quarta-feria, uma consulta como todas as outras. Mas eu já tava louca de vontade de fuder….Por mais que eu falasse que estava tudo sob controle, não estava. Eu simplesmente fui ao psicologo. Fui chapada. Fumei 3 becks, tomei uma catuaba e fui. Precisava me distrair, não é? Então, vamos chapar. Só que bebida me deixa mais safada que o normal. Agora imagine uma ninfomaniaca com 1 mês e meio sem sexo, sem contato com o orgasmo. Bebada e chapada. Dentro de uma sala com um cara que era tipo, apenas 10 anos mais velho que eu. Eu tinha 15, ele 25 anos. Consulta NORMAAAL, até o momento em que ele percebeu que eu estava um pouco alterada e perguntou:
- Você bebeu?
- Só um pouco. -Respondi rindo.
Ele veio até mim e pediu pra que eu falasse perto dele. Eu estava muito alterada e fiz:
- hoje é o meu dia de fazer perguntas.
Ele se assusta.
- como assim???
Eu: — Você namora? Tem algum problema? Qual é, você não tem problemas?? Claro que tem, eu tô cansada de só responder. Quero perguntar.
Ele: Não namoro. Tenho problemas sim, como todo mundo. Mas estou aqui pra ajudar.
Eu: Mas ficar bancando o perfeito, sem problemas não vai me ajudar.
Começamos um belo debate sobre a vida dele. Até o momento que eu puxei um beck de maconha da bolsa e o ofereci.
Eu: Vamos, vamos. Me conte. — Acedendo o cigarro de maconha.
Ele: Não use isso aqui. Vão sentir o cheiro.
Eu: Deixe de ser medroso, essa sala é fechada. Me conte mais sobre você.
Ele: Não posso. Estou trabalhando.
Em direção a ele, sentei no seu colo com meu beck na mão e olhando na boca dele, perguntei: O que acha de mim? Me acha atraente?
Ele: Você tem a idade da minha irmã, não posso ter desejos em você. É errado.
Eu: O que você não sabe sobre mim é que eu sempre adorei o errado. O certo nunca me atraiu. -Olhando pra sua boca e jogando a fumaça em sua cara.
Ele: Você é um caso sério. Não pode ficar bebendo.
Eu: Você é muito certinho. Deveria beber mais. — Sussurrando em seu ouvido.
De certo modo, aquilo tava me excitando. O tempo sem sexo, me deixou louca. Bem mais do que já sou.
Ele: Se levante.
Eu: Pq? Tá com medo de mim?
Ele: Tô com medo do que minha cabeça está pensando e desejando. — Olhando pra minha boca.
Eu: Eu faço 16 mês que vem. Não tem porque temer.
Ele: Ainda sim é de menor.
Eu: Mas sei o que faço, não estou sendo obrigada a nada.
Ele: Garota, não me tenta.
Eu: Vai fazer o que se eu te tentar? — Coloco minhas pernas no colo dele, uma de cada lado e me sento em frente a ele.
Ele não aguenta e começa a me beijar. Começa a pegar em meus seios, e em meio a isso diz: — Eu não deveria está fazendo isso. O que você fez comigo?
Eu respondo enquanto rebolo no colo dele — Apenas deixe acontecer.
Comecei a tirar a camisa dele e ele me jogou em cima de sua mesa. Jogando no chão todas as coisas que estavam em cima dela. Me deitou em sua mesa e começou a beijar meu corpo inteiro, tirando minha blusa e chupando o bico do meu peito. Eu gemia, pedia pra ele me bater. Ele me batia, eu gemia mais. Enquanto chupa meu peito, sua mão vai descendo, com força ele aperta minha bunda. Vai em direção da minha buceta que já estava piscando loucamente de tesão.
Ele começa a colocar a mão dentro do meu short, tirando ele e passando a mão em volta do meu clítoris. Vai beijando minha barriga, enquanto me masturba. Eu começo a gemer mais alto, ele tampa minha boca com sua mão enquanto a outra ele enfia dois dedos na minha buceta. Colocando minha calcinha de lado, ele enfia quatro dedos, bem devagar e depois aumentando a velocidade. Eu gozo em seus dedos e ele passa o dedo na minha buceta toda gozada…Depois coloca seus dedos gozados em minha boca, fazendo que eu chupe seus dedos com minha goza, e assim me beijando. Tirando seu pau pra fora, eu começo a chupar. Passando a língua na cabeça devagar, colocando tudo na boca e chupando suas bolas. Ele senta no sofá do seu escritório e eu sento em cima do seu pau, com toda vontade. Começo a rebolar, e ele coloca seus dedos em meu clítoris e enquanto eu rebolo, ele me masturba.
Gostosa do caralho, rebola cachorra -Dizia ele completamente louco de tesão.
Eu rebolo, enquanto arranho sua barriga inteira e ele me bate na cara. Dizendo que vai gozar na minha boca. Ele pede para que eu fique de quatro. Eu fico, e ele enfia. Começa a bater na minha bunda com força, me chamando de cachorra. Eu repetia para que ele me fudesse. Puxando meu cabelo, ele avisa que tá perto de gozar. Pede que eu vá chupar, eu vou. Chupo enquanto me masturbo, e ele puxando meu cabelo avisa que vai encher minha boca de porra. E quando goza, enche minha boca inteira com sua porra. E eu olhando pra ele, engulo toda.
- Relatos de uma ninfomaníaca.
