Bati a meta e vou dobrar a meta

Tenho que dizer: hoje estou muito orgulhosa da minha pessoinha. Consegui escrever 30 textos em 30 dias. Não foi fácil, mas também não foi a coisa mais difícil do mundo. Essa parada de bater meta é de verdade e eu consegui.

Quando eu escrevi no meu perfil do Medium que conto verdades e mentiras sobre a vida, nos meus textos eu coloquei bem mais verdades do que mentira. As mentiras eram apenas para não perder a graça. E agora vai mais uma verdade: eu não costumo colocar metas para as coisas da vida. Sei que isso não é bom, sei que eu deveria ter minhas metas bem estruturadas e motivacionais, mas não é bem assim que a banda toca.

Em algumas palestras com coachs e empreendedores eles sempre falam da importância das metas e de um planejamento. Eu escrevo; coloco prazos e o interesse de cumprir aquela meta, mas nem sempre eu cumpro. Acho que a verdade é que eu ainda não aprendi a escrever uma meta.

Eu reconheço a importância da meta e me esforço para aprender a escrever. Tem dias que tiro para organizar minhas metas e ajustar meu planejamento, mas to vendo que esse lance de 30 coisas em 30 dias funciona para mim. Estou pensando qual será a próxima meta que vou fazer em 30 dias. Dessa vez vou focar mais no lado profissional da vida. Provei para mim mesma que fazer uma coisa todo dia, além da motivação (apesar de algumas vezes estar totalmente desmotivada) isso vira um hábito. Não sei mais se eu vou conseguir parar de escrever. E nem quero parar.

Sendo assim, no finalzinho dos 45', tenho muito que agradecer a Germana Uchôa por ter lançado esse desafio na minha vida. Foi maravilhoso! Eu passei a me conhecer melhor, entender coisas que falaria em público e o que não falaria. Manter uma linha de escrita de acordo com minha personalidade. Conseguir captar sentimentos de outras pessoas, que em momentos pensamos igual e em outros pensamos totalmente diferente e está tudo bem nisso, ninguém tem a razão de nada.

Eu sou muito de falar muito sobre a minha vida para qualquer pessoa. Aquela vibe do livro aberto e tal. Já levei alguns puxões de orelha de amigas para eu não falar tanto. Algumas coisas aprendi na cara que deveria ter ficado calada e outra eu fui testando e confirmando que o silêncio, as vezes, é mágico. E é nesse sentido que tem coisas que eu falo e tem outras que não falo por aqui ou em qualquer lugar, mas continuo falando minhas verdades e meu olhar sobre as coisas, que quase sempre são renovados e remodelados.

Pois bem, caro leitor, espero ter você ainda me acompanhando por aqui, com uma frequência menor, no entanto com textos mais interessantes e elaborados e não com a pressão de cumprir uma função no dia, mas sim gerar mais um significado no dia. “Não. Não me abandone… Eu não posso ficar sem você”.

Beijos,

Albertim