
Uma Smart City, portanto, depende de um sistema nervoso para funcionar. A periferia desse sistema contém os sensores. Um nível acima, uma malha de algoritmos dotados de deep-learning para aprender com os erros, e inferir com grande chance de acerto. Os atores desse sistema são os cidadãos, que em diversos contextos, vêem-se diante de um exclusivo portfólio de casos-de-uso.