08. Quanto Há Amor Perfeito

2003


Ah! Tão perfeito traço estreito em ti
tantos enigmas que em minh’alma insossa
na calorosa desventura em prosa
ousou teorias no que em si mesmo é simples…

Então pensei, quais são os confins da rosa
Não só os buquês mas os porquês do enfim
na infinitude do que é teu que há em mim
na generosa mão de Deus que endossa.

Bendita e terna idade enquanto vivos
estamos juntos neste afeto feito
uma princesa em tédio e o bom bandido.

Ah! De tão santo em mansidão serei
que em doce afeto te darei sentido
para que sintas este amor perfeito!

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