09. De Puríssima Arte 

2003


És, neste corpo de puríssima arte
a somatória dos alentos públicos!
Vez que não sentem, multidão de súditos,
esta cintura e as outras tantas partes.

És proprietária de meus sonhos lúcidos!
A quem se perde a depender de encartes,
a quem te usando mede ao invés de amar-te
Brado, o primeiro aqui serei! Sendo o último…

Vendo também qual valoroso esforço
me levaria às contradições românticas,
ao barco incauto do infeliz remorso

Lembro que o amor, ah… sempre o amor, é quântico
nas recompensas que o mesmo amor cobra.
Mas não te esqueças… Sinto amor atlântico!

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