11. O Grande Amor
2003
Doce fecundo nas veredas d’alma
és sortilégio de amor puro, impávido
véu serenal, de tua presença sou ávido
como rebento em dependente fauna.
Aos meus afetos, teus olhares tácitos
Rocha escaldante, aquecerei tuas palmas
nesta vulcânica esperança em sauna
que me derrete o coração feito ácido.
Em borbulhante sentimento, o mel…
Meu sangue escasso vai como aço e cobre
teu espaço e abraço-te, sou um largo hotel!
E te agradeço Pai do Céu tão nobre
que me trouxe ela, e que me deu a granel
o grande amor, doce, fecundo e pobre.
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