15. Principesa Mia 

2003


Quando perdido estava, doente em cama,
sonhava o teu semblante, noite e dia…
Por tantas vezes de ilusões vazias
era o teu servo, ao teu lado, sem gana.

E cegamente imaginando-te ia
às borboletas que te davam fama
Quando sonhava-te em abraços, dama!
Era o princípio, principesa mia.

Então o amor foi se arraigando mais
já não me via, já não me via! Te amava…
No meu profundo mar, eram corais

os teus confetes que no oculto davas
No fundo d’alma protegia-me de ais
que era o teu filho em novo lar, a tua água.

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