23. Pai das Artes
2003
Ainda te aguardo vacilante amiga
no frio do vento e da resposta muda
Aguardo o instante, portentosa musa
que me amarás de uma forma exclusiva.
Mas mesmo assim, ainda carrego a muda
que não se ilude, se mantém erguida
pelos atalhos e desvios da vida
cujo motor é o coração que luta…
Fechando os versos, esperança e dúvida.
Este é o presente à singeleza em partes
O amor em gotas à permeável túnica.
E abro o sorriso ao divino estandarte
que me inspirou e ainda me inspira as últimas
frases de amor, vindas do Pai das artes.
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