A semana na revista Moviement

De 23 a 28 de novembro

Na segunda semana de vida da revista Moviement, rolou desde um debate sobre globalização aos olhos de Alejandro González Iñárritu, passando por um resgate da carreira de uma das musas de Quentin Tarantino e chegando a uma incrível análise do gênero faroeste.

Ou seja: é papo pra cinéfilo nenhum botar defeito.

De começo, publicamos o texto “A globalização segundo Babel: para o bem e para o mal, estamos todos conectados”, redigido pelo Lucas Rigonato.

Em seguida, Mélanie Laurent, a Shosanna de Bastardos Inglórios, foi o destaque em “Da França para o mundo: a sutileza e a densidade de Mélanie Laurent”, por Adolfo Molina Neto.

Béla Tarr e seu poderoso O Cavalo de Turim também ganharam espaço ao protagonizarem o artigo “O tempo no cinema: o esculpir e o respeitar”, porThiago Rabello.

Escritor esse que voltou a contribuir com “Ei, cinéfilo, tenho um desafio pra você”, num texto que ressalta a importância da memória cinéfila.

E aí fomos apresentados a um filme inteiramente produzido a partir da linguagem de sinais em “A narrativa surda-muda de The Tribe”, por Adolfo Molina Neto.

Por fim, o professor de cinema Fábio Luis Rockenbach, da Universidade de Passo Fundo (UPF — RS), realizou uma incrível contribuição ao tratar sobre um dos maiores expoentes do gênero western em “O amargo requinte da decadência ou por que ‘Pat Garrett…’ é a grande obra de Peckinpah”.


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