O DESVIRTUAMENTO DA POLÍTICA

A falta de consciência dos nossos representantes faz sofrer uma população, atrasa o progresso, ignora o cidadão, ignora a cidade e o próprio papel essencial da política, que deve ser solidária, coletiva, competente, justa e a serviço da sociedade.

Triste é ver o descaso e ser refém de uma situação que se arrasta em nosso governo e não é um, nem dois mandatos, é uma tradição viciosa que se perpetua por décadas e sucumbe o nosso desenvolvimento; pior ainda é ter tanto desperdício acobertado por aqueles que não estão dispostos a mudar, a corrigir, a trabalhar pela melhoria do país e de seus habitantes.

Aqueles que fogem as responsabilidades do seu posto são tão culpados quanto aqueles que impõem seus delírios em Direito e se aproveitam do uso irracional da verba pública e de outros benefícios de um cargo qualquer.

Há tanto a se fazer, o tempo é tão precioso para se esperdiçar com ignorância, é uma corja de governantes que ainda não entenderam o que estão fazendo na política. Nós estamos passando mal, a crise não é financeira é moral, o Homem egoísta e sem visão benevolente arrasta uma multidão para a pobreza e a condena a falta de uma instrução mais elevada e construtiva, com transparência, Educação e bons exemplos.

Sabemos que não para por aí, há muito mais dinheiro voando para bolsos privados, ao custo do sucateamento da nossa nação. A grande riqueza do Brasil sofre na mesquinharia de uma classe quase toda corrupta e passa longe da competência administrativa de aplicação dos seus recursos em benefício do povo.

Precisamos mudar urgentemente, ou chegará um ponto em que o forçadamente aceitável não será mais tão fácil de conviver. A beira do caos começa na estupidez dos que não sabem o que fazer no poder. O poder não é para servir aos devaneios pessoais, é para ser empregado com decência em retorno daqueles que somam seus esforços para ter um governo igualitário.

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