Seria sereia banhada de mar?.. Ou de amar?..
Seria o incessante pulsar catatônico de meu peito? Ou apenas teus trejeitos?

Não me incomodo com os berros daqueles que velam os meus incêndios.
Provocativos olhares que inflamam o corpo, mente, alma e desejo.
Fazem o mar borbulhar na caneca. Tremem-se os dedos.

Sereia que povoa meus delírios. Que canta minh’alma.
Seria tu, o real sentido do mutável?
Me mude, me mute.
Ó sereia, de toda tua beleza, me banhe com teu mar de amar.
E fique.

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