400 dias de liberalismo no meio ambiente

O meio ambiente é uma pauta que foi sequestrada pela esquerda no Brasil e no mundo. No entanto, a preservação da natureza tem muito mais a ver com a direita do que com a esquerda.

Uma prova disso foi a atuação que tive como Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Fomos a equipe que mais defendeu, de fato, o meio ambiente, e sem ceder às pressões ideológicas de grupos esquerdistas.

Para começar, combatemos a máfia dos lixões, que contaminavam lençóis freáticos e atraiam moscas, urubus e outros problemas para as populações próximas. Em apenas um ano do programa Lixão Zero, os 112 lixões paulistas foram reduzidos a 23.

Quando assumimos o programa Nascentes, a área de recuperação de matas ciliares era de 900 hectares. Ao fim da gestão, tínhamos chegado a 7 mil hectares de mudas plantadas.

Outro programa lançado por nós foi o Madeira Legal, que combateu o tráfico de madeira ilegal na região metropolitana de São Paulo, aplicando multas e destinando o material apreendido para doações.

Com o programa Propriedade Amiga, consolidamos nosso caminho de combater o crime e as irregularidades. O programa, criado para ampliar a segurança no campo, demonstrou que meio ambiente e desenvolvimento caminham juntos.

No sentido de enfatizar a liberdade individual, atuamos para que o livre empreendedor pudesse fazer parte das decisões sobre o meio ambiente, sempre observado a racionalidade e o mais respeito estrito à lei.

Por fim, combatemos a burocracia, que deixa o trabalhador brasileiro de mãos atadas. Lutamos contra o aparelhamento do Estado pela velha política e pela indústria das ONGs ecoxiitas, que levavam cerca de 3 milhões de reais por mês em “consultorias”.

Tudo isso, junto com as blitze contra o desmatamento, o controle da poluição da fumaça de diesel e autuações rigorosas de crimes ambientais, manda um recado claro: sem o respeito à lei e à ordem não há liberdade.

Ricardo Salles