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Photo by: Jan Kroon

A Continuous Research Approach

As designers we are often seen as people wearing fancy headphones on their computers, this needs to change. We serve people, and to serve them we need to be closer, this text is about that. It's about my experience working on a digital product for seniors, with an agile, collaborative and human-centered approach.

Have you ever wondered how long it takes for user feedback to reach you or the development team?

I have, but I confess that was after I came across a new approach for continuous research, something simple and natural that made me wonder how it is not everywhere. As much as I would like to say I was the author of everything, this all happened because of a perfect combination of factors: an engaged and mixed team and physical proximity to customers. …


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Contexto, o fator que faz toda a diferença na experiência.

O contexto é um dos elementos mais importantes da experiência de usuário, afinal ele pode simplesmente mudar toda a percepção de um evento, imagina por exemplo você convidar um amigo para jantar em sua casa e só depois descobrir que seu convidado é vegano?

Essa informação mudaria toda a experiência, mesmo que você tivesse cozinhado com todo amor e carinho, preparado todo o ambiente, a percepção do seu convidado não seria a mesma que você imaginou.

O contexto é ao mesmo tempo quantitativo e qualitativo:


Contabilizar meu 50° Design Sprint me fez refletir em como mudei desde minha primeira tentativa, e todos os aprendizados que pude acumular nessa jornada.

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Minha aula no workshop de Design Sprint na Mergo
DESIGN SPRINT?: O Design Sprint é uma metodologia para desenvolver uma hipótese, prototipar uma ideia e testá-la rapidamente com o mínimo de investimento possível em um ambiente tão real quanto possível, de forma colaborativa e com tempo restrito.

Fui apresentado ao Design Sprint em 2015 através do site oficial da Google Ventures, e nem podia imaginar toda a trajetória que eu teria com essa metodologia a partir de então.

Eu já havia realizado algumas sessões de Design Thinking dentro da IBM e a abordagem pareceu organizar e resolver alguns problemas que vivenciávamos na época. Por sorte, não muito tempo depois que terminei de estudar o material, pude aplicar na prática o Design Sprint. Tentei ao máximo fazer tudo “by de book” e foi uma experiência empolgante, afinal era a Dasa, uma empresa de grande porte e tinha um problema real para resolver, eles esperavam sair no final de uma semana com um protótipo que fizesse sentido. …


Como criar botões que se convertam em ações.

Interfaces gráficas não foram feitas para serem apreciadas, mas sim para serem usadas, conectando o homem com sistemas e máquinas, botões são provavelmente o elemento mais comum dentro delas, podendo ser encontrados em todos os tamanhos e formatos.

Quantas vezes você não ficou procurando o botão que realizaria a próxima ação? Ou ainda quantas vezes você não ficou confuso numa página de download? É quase como jogar campo minado!

E quando se fala de botões…

1. Tamanho importa

Sem trocadilhos aqui, o tamanho do botão importa, e muito, pense que ele irá ser clicado e tocado (graças aos smartphones e tablets) e por isso seu tamanho é altamente importante. …


Sua página de Facebook atingiu 300 mil likes? Ótimo, este é um puta número, afinal ele é bastante próximo da circulação diária da Folha de São Paulo, o jornal de maior circulação no Brasil.

Só que tem um probleminha aí, sua página dificilmente entregará 6% disso, e aí o que parecia bom já não representa tanto, não é mesmo?

É basicamente como você comprasse um anúncio na Folha de São Paulo, só que na oitava página de um caderno suplementar que pouca gente lê.

Nota rápida: Por mais que pareça pouco esses 6% citado pela Locowise, esse número é ainda mais baixo quando o número de likes é maior, sendo em média 2% próximo de 500 mil e menos de 1% quando chega próximo a um milhão. …


Criando experiências focadas na intenção do usuário

Antes de me dedicar exclusivamente para UX tive um bom background atuando com SEO, que é uma área fortemente orientada a resultados, mas sempre acreditei que deveria existir um equilíbrio entre a conversão a qualquer custo e a satisfação das pessoas, sabe a tal experiência do usuário?

Hoje tornou-se óbvio a evolução do que era antes era só uma simples intersecção entre melhorias de usabilidade que aumentam as taxas de conversão se tornaram naturalmente um fator de ranqueamento em motores de busca.

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Em resumo? O Google que é o maior motor de buscas do mundo começou a priorizar boas experiências, na forma de tempo de carregamento de páginas, segurança, navegação e mais ultimamente o fator mobilidade e agora recentemente até a publicidade de aplicativos. …


3 Formas de como um cliente pode te conduzir ao fracasso

Antes de mais nada pergunto:

Você já assistiu o episódio dos Simpsons "Oh brother where art thou?" ?

É o episódio que o Homer Simpson descobre um meio-irmão, dono de uma montadora de carros, e pede sua ajuda para constuir um novo carro que salvasse a empresa da falência.

O Homer então faz aquilo que qualquer usuário faria, dizendo tudo o que gostaria que existisse em seu carro, sem pensar no produto final, e é exatamente sobre isso que trata-se esse artigo.

Voltando ao episódio…

Hommer ao descrever o carro ao time de engenheiros da empresa descreveu o carro como…


Como um botão confundiu 4 enfermeiras.

Era madrugada e eu estava no hospital acompanhando uma amiga, eu simplesmente não podia esperar na sala de medicação, e minhas únicas opções era a tradicional e depressiva sala de espera ou a lanchonete.

Na lanchonete tinha uma máquina com cappuccino liberado, e somando ao meu iPhone sem bateria eliminaria automaticamente qualquer outra opção.

Passei alguns bons minutos tomando meu café e assistindo aquele noticiário da CNN, que na ocasião só falava do desaparecido avião 370, logo em seguida escutei alguma conversa paralela e uma das enfermeiras me pediu ajuda para mudar o canal da televisão que estava há horas no mesmo canal, pois era muito complicada de se mexer. …


Planeje seus produtos melhor

Este é um post longo, mas prometo vale totalmente a pena, ele fala de análise heurística, ela é (ainda que eu ache pomposo) uma ferramenta de BI (business intelligence) para UX que visa de forma rápida e barata descobrir se o design da interface de usuário funciona, portanto uma ferramenta bastante útil no planejamento de produtos digitais.

E qual a diferença agora?

Existem várias metodologias para avaliação heurística, a mais famosa delas é da década de 90 criada por Jakob Nielsen, esta visava unicamente usabilidade, com o amadurecimento do mercado foram surgindo outras, cada uma delas, focando certas áreas devido as tendências de seu próprio tempo, como conversões, SEO, acessibilidade de dispositivos móveis…


A relação clara entre um bom MVP e UX

Nada contra canivetes suíços, pequenas ferramentas que podem fazer inúmeras funções e ainda caber no bolso, afinal a maioria dos smartphones realizam inúmeras funções ao mesmo tempo, o grande problema é que no caso algo inovador onde o conjunto problema/solução ainda não é bem definido é muito empolgar-se pelas funcionalidades do projeto que muitas vezes não melhoram em nada a proposição de valor.

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Mais um ótimo cartoon do Toom FishBurne

O que é MVP (Mínimo Produto Viável)?

O MVP é uma técnica que trata de quebrar seu produto em uma parte pequena o suficiente para ser inserida no mercado rapidamente, porém grande o suficiente para demonstrar sua proposição de valor ao seu público-alvo. …

About

Richard

Google Launchpad Mentor, UX Lead @Volkswagen and gearhead.

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