Exalo o teu cheiro de sexta.

Recendo do teu corpo e do teu sexo de sexta.

Do teu corpo torto e incerto

Do reto esgoto no teu sexo roto

Empestando meu corpo do teu cheiro péstilo.

Esgotado do teu gosto!

Do desgosto do esgoto do teu gozo

Do mau agouro do teu préstimo amargo

E do empréstimo do meu corpo pro teu gozo.

Esgotado do mútuo uso e reuso.

E do desuso do teu gozo estalando no meu sexo reto

Do desgosto do teu desejo pernicioso

E do esgoto pulsando de cada veia do teu corpo.

(Foi tudo que de mim restou.)

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