ODISSEIA PAULICEIA II

Do dia em que a prosa me brecou.

Na prosa ninguém me pega, ninguém me poda. Prosa na poesia é sexo, orgia, é foda. E a isto estou fadado, destino cruzado na encruzilhada. Mesmo que mal escrito. Mesmo que mal olhado. No calor do momento, a prosa é brisa, é nota precisa do pobre poeta que come e excreta uma poesia discreta, passagem secreta que não volta.

Por: Roberto Néri

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.