Canadá, vol. III – Toronto

O chão úmido marcou a chuva da noite anterior. Mas não chovia mais quando saímos para tomar café no Second Cup Coffee. A missão do dia era visitar quantos museus conseguíssemos. O que se resume a dois. Caminhamos pela University Av. até o Royal Ontario Museum, onde encontramos uma fila gigante para comprar ingressos. Por sorte, a fila não era tão grande quanto poderia ser, como veríamos ao sair.

O museu de Ontário é estranho. Tem uma ala permanente separada para a cultura oriental, dividida entre Coréia, China e Japão. As peças são legais e tudo mais, mas não entendi muito bem o motivo. Talvez seja muito exótico, talvez estivesse sobrando espaço, talvez eu não tenha entendido muito bem a coisa toda.

Partimos para outras alas, onde a história do Canadá é retratada. Quadros, roupas típicas, objetos de povos indígenas. O negócio parece fazer mais sentido. Há alguns totens gigantescos de madeira espalhados pelas escadas do museu. São impressionantes. Acessamos também a exposição temporária da Baleia Azul. em 2014, 9 baleias ficaram encalhadas e morreram perto do Canadá. Duas delas foram coletadas para estudo. Um dos esqueletos estava na exposição.

Depois de muitas curiosidades sobre baleias, partimos para o almoço. Uma rápida pesquisa no Foursquare nos levou ao KOKO, um restaurante asiático que estava cheio e cujo pequeno salão era liderado por um garçom peculiar. Conseguimos sentar após alguns minutos e pedimos cervejas para esperar. A comida valeu a pena.

Depois de KOKO, passamos em um café, no qual aproveitamos para fugir de uma breve chuva. Rumamos então ao Bata Shoe, museu de sapatos. Clarissa não ficou muito impressionada com a estrutura do museu. Esperava mais.

Passamos pela exposição permanente, que conta a história dos sapatos a partir de registros históricos, passando por culturas distintas e curiosidades. Depois, visitamos uma sala cujo tema era o sofrimento do pessoal do século XIX com roupas desconfortáveis. Também visitamos a curiosa exposição de sapatos de salto-alto para homens. Finalmente, acessamos a sala de sapatos de povos indígenas do Canadá.

Voltamos andando para nosso apartamento, vendo mais cartazes (muitos reclamando contra grupos políticos adversários). Compramos mantimentos para realizar um lanche no próprio apartamento e nos retiramos após mais um dia de aventuras.

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