Pobreza não é o mesmo que Desigualdade Social

Todo brasileiro deveria aprender que ao invés de ficar sentado reclamando de desigualdade, deveria sair do comodismo e buscar criar riqueza.

O Brasileiro confunde pobreza e desigualdade facilmente.
Se nosso objetivo é melhorar a vida das pessoas e de nós mesmo, nossa preocupação é com a pobreza e não com a desigualdade. A desigualdade é algo muito mais complexo, e não necessariamente assombrosa. O grande problema é que quem se preocupa, e com razão, com a pobreza, acaba também envolvendo o tema “desigualdade”. Porém, erroneamente.

Os EUA são mais desiguais que Senegal. Onde você viveria, se pudesse escolher?
O Afeganistão é um dos países mais igualitários do mundo. O Canadá é mais desigual que o Afeganistão. Em qual você preferiria viver?
Aliás… O Canadá também é mais desigual que Bangladesh, a Nova Zelândia é mais desigual que o Timor Leste, a Austrália é mais desigual que o Cazaquistão, o Japão é mais desigual que o Nepal e a Etiópia. Nem preciso perguntar onde seriam as escolhas para viver e construir uma vida.

Definitivamente, antes de compartilhar, copiar ou imitar seu professor trotskista maconheiro de 40 anos, que usa camisa do Che Guevara e mora com os pais, dizendo coisas sobre “ a desigualdade social causada pelo capitalismo está piorando a vida das pessoas”, vamos amarrar bem uma coisa: Desigualdade não é o mesmo que Pobreza.

Pobreza é o ponto absoluto em que alguém, uma família ou um povoado se encontra. Se tem alimento, água potável, habitação, trabalho (não-forçado), etc.

Desigualdade é algo muito relativo, e nada diz sobre sua condição absoluta de vida. Para verificar o nível de desigualdade em um país, observa-se a distância entre os mais ricos e os mais pobres deste determinado país.
Um país pode ser mais desigual que o outro, mas não quer dizer que seja mais pobre. Um país pode ter um nível de desigualdade onde os “mais pobres” estejam com condições de vida bem superiores a pessoas em um país menos desigual. Onde neste país “desigualdade quase zero” todos estejam nivelados por baixo, beirando a miséria. Vide a Venezuela.

Há vários modos de tornar as pessoas mais “iguais”. Os igualitários normalmente não buscam tornar elas semelhantes em desenvolvimento no conhecimento ou em beleza, mas em recursos, ao menos em poucos recursos que os consideram imprescindíveis. É bem certo que o livre mercado não se baseia na igualdade de recursos. Porém isso não quer dizer um tratamento desigual das pessoas. A igualdade na visão econômica liberal, da qual floresce o capitalismo, é a igualdade de direitos, a igualdade perante a lei. Deste modo, quer dizer que as questões no âmbito da justiça e o uso da sua liberdade no mercado não dependem de quem você é, mas do que você faz. Se produz mais, será mais próspero. Quanto mais um país tem um livre mercado (capitalismo), mais a desigualdade é diminuída, ao ponto dos mais “pobres” serem mais “ricos” que alguns “ricos” de outros países com economia planejada pelo governo (socialismo).

O capitalismo é um sistema econômico de cooperação de todos para todos, seguro em uma estrutura de direitos que prevalece a igualdade jurídica entre as pessoas. As pessoas no livre mercado não são iguais em “distribuição de renda”, mas são iguais em liberdade.

Desta forma, segundo a criatividade, esforço, poupança e responsabilidade individual, uns alcançam mais riqueza e outros menos, mas todos são livres e iguais juridicamente com toda a liberdade para empreender e obter sucesso. As facilidades encontradas hoje por uns e outros são questões mais complexas que envolvem as mesmas condições já citadas de criatividade, esforço, poupança e responsabilidade advindas de seus ancestrais, e também envolvem os governos anteriores, que no Brasil por exemplo eram socialistas (PT), governistas aliados ao PT e PSDB (PMDB), positivistas (militares) e social-democratas (PSDB). Sempre governos intervencionistas, não um governo de Direita, com a economia de livre mercado.