Amarealeza

Desceu do palco o decadente Rei,
urrando por Hastur, tão distante,
rasgando com unhas podres,
uma carne que máscara parecia,
mas que máscara não era.

“Não é máscara! Não é máscara!”,
chorava Cassilda ao Estranho,
pois a poderosa realeza amarela,
mostrava então seu maldito rosto.

(Pequena homenagem inspirada na obra O Rei Amarelo, de Robert W. Chambers; recomendo bastante este específico livro.)