Quem é Rodrigo, por Rodrigo.

Olá, sou Rodrigo Martins Fasolo, tenho 23 anos, sou nascido e criado em Porto Alegre, economista, velejador e gremista. Quando faço uma auto-reflexão, prefiro me considerar um curioso pragmático, por ter atração mesmo sobre fatos externos do meu cotidiano, entretanto costumo agir direto e conscientemente sobre eles, de modo a não desperdiçar tempo com balelas.

Orgulho-me muito da minha família e dos laços de amizade que tenho, que certamente influenciaram para construir meu caráter e personalidade, e consequentemente nas minhas conquistas. Aos 12 anos, fui campeão gaúcho da classe Optimist, modalidade de barco para velejadores até 15 anos, pela primeira vez. Essa conquista se repetiu nos dois anos seguintes, saindo da classe como tricampeão estadual. Durante esses anos, a partir dos quase 13 anos completos, iniciei minha participação na equipe brasileira para campeonatos internacionais. Itália, França, República Dominicana, Alemanha e Polônia são países que não teria conhecido se não fossem as competições.

No ano seguinte, me propus junto de um amigo, a começar em uma nova classe no Brasil, 29er, na qual conquistamos a vaga e terminamos o ISAF Youth World Championship na 17ª colocação, em Zadar, na Croácia. Tenho ótimas recordações desse evento, pois é organizado como uma preparação de jogos olímpicos, em modalidades similares das olímpicas, mas navegáveis por atletas de no máximo 18 anos.

Até então minha vida se resumia em êxito. Das conquistas na vela, os convites para jogar futebol pelo Grêmio e Internacional, o bom aproveitamento no judô, e principalmente um bom desempenho escolar, considerado pelos meus pais como o único requisito para me permitir frequentar os treinos no mínimo quatro vezes na semana. Porém com a aproximação do ano de vestibular, substituí as horas de treino por mais de estudo, com objetivo de passar na UFRGS, e assim foi até aproximadamente um mês antes do vestibular e da seletiva para o ISAF Youth World Championship daquele ano. Inverti minha rotina novamente, retomei os treinos e priorizei aquelas matérias que mais gostava e pontuavam melhor no vestibular. Não me arrependo dessa minha estratégia, mas naquele ano terminei a seletiva de vela em segundo lugar(apenas o primeiro se classificava), e a duas posições da linha de corte no vestibular. Para quem tinha sucesso em quase tudo que fazia, foi o primeiro e talvez mais importante “não” para vida adulta que estava por começar.

Quem me conhece certamente confirmaria minha curiosidade para obter novos conhecimentos e entender fatos, e o pragmatismo e pró-atividade para transpor situações e determinados conflitos. Sobretudo, também imagino que minhas maiores características seriam de um cara sincero, leal, solidário, não tão extrovertido quanto pode ser, mas absolutamente capaz e confiável no que faz, se ditas por eles.

Hoje “perco” tempo conhecendo novas pessoas, buscando entender como as tecnologias estão revolucionando o mundo, em especial aquelas que envolvem fintechs e fluxos de informações, de dentro das grandes empresas ou do nosso cotidiano. Ainda assim, mantenho meu lado acadêmico, pois depois de me formar economista na PUCRS, estou cursando uma especialização em engenharia econômica e análise gerencial de custos na UFRGS(Objetivos tardam, mas não falham!).

A oportunidade de participar de um programa de trainee potencializa os conhecimentos e experiências vividas até aqui(muitas não citadas, mas cabe salientar o período em que trabalhei como assessor de investimentos em um escritório filiado à XP Investimentos, a estruturação financeira e atuação na operação de atividade pecuária familiar, intercâmbio pelos Estados Unidos e a participação em um processo de validação de uma startup), permitindo desenvolvê-los ainda mais, compartilhando habilidades com um grupo de pessoas tão engajadas quanto, com propósitos de vida diferentes, mas com ambições de serem relevantes no que exercem em um curto período, para atingir o maior número de pessoas possível. Somado a isto, a J&J oferece oportunidades promissoras de crescimento profissional, integração da cultura de uma das maiores multinacionais existentes, uma extensa gama de benefícios e uma enorme capacidade de tornar o dia de pessoas mais confortável, saudável e simples. Tais características refletem meu propósito na carreira: ascender pessoalmente através do reconhecimento profissional, medido pelo alcance e impacto do meu trabalho gerado na sociedade.

Para os muitos anos à frente, quero que recordem do meu caráter e integridade que sempre tive, dos bons momentos que compartilhei e acima de tudo uma pessoa que sempre fez o que gostaria de ter feito. Assim sendo, possivelmente terei feito muito mais coisas que impactem positivamente o maior número de pessoas possível, e consequentemente serei cada vez mais feliz.