Mais saúde emocional para você!

Olá, como você está?

Este artigo é bem curtinho e tem uma pegada reflexiva, mas sem perder de vista como aplicar o conceito sugerido na sua carreira, e porque não dizer, na sua vida! O objetivo é que a resposta seja dada por você, considerando as suas experiências vividas. Vamos lá?

Como vai a sua saúde emocional?

Não é porque você frequenta academia e alimenta-se de forma saudável, que as suas emoções não lhe pregarão peças. Afinal, você encara todos os dias, no trabalho, um ambiente desafiador, com oportunidades de desenvolvimento, de construção de relacionamentos e de muitas outras recompensas.

Mas também há pressão por resultados, competitividade e insegurança — sim, não cumprir com os compromissos pode acarretar em tipos de punição, sendo a demissão, uma delas.

No entanto, supomos que você descobriu que aquilo que você faz perdeu o sentido, e mesmo assim, continua executando o seu trabalho diariamente. Isso também não seria isso uma forma de “punir-se”. O que acha?

“Espere! Mas eu gosto de trabalhar na minha empresa. ”

Tudo bem! Mas não coloque em cheque a sua preferência pelo local de trabalho, mas sempre reflita sobre a relação que você tem com ele.

Embora as possibilidades de desenvolvimento de carreira sejam inúmeras e cada vez mais ofereçam formatos variados, a sua relação com o “produto final” pode estar se perdendo ou meramente, se desgastando.

Obviamente eu não sei qual o que você faz profissionalmente, mas… e se eu te perguntar: “Você consegue medir o que fez durante um dia inteiro de trabalho“, você conseguiria responder?

Um médico constataria que atendeu 100 pessoas no pronto atendimento; um padeiro diria ter feito 200 pães; um psicólogo argumentaria ter ajudado vários grupos de pessoas; um pedreiro afirmaria que fez a fundação de uma casa e deixou o terreno pronto para construção; um escritor declararia ter escrito 2 ou 3 capítulos de seu livro.

Percebeu como esses profissionais se relacionam, cada um à sua maneira, com os seus “produtos finais” e como eles conseguem medi-los?

Há um sentido em tudo isso; uma motivação que faz você e muita gente enxergar valor naquilo que faz e, principalmente, constatar qual legado será deixado no mundo — segundo Daniel Pink.

E ao conseguir perceber não apenas o “o quê” e o “por quê” você faz o seu trabalho, mas sentir e emocionar-se com ele também, aquela sensação de que um dia inteiro não foi perdido, certamente ocorrerá.

Além disso — olha só que legal — as 10 profissões mais felizes do mundo têm algo em comum: ajudar as pessoas.

Tudo bem se a sua profissão não tenha uma relação direta com o auxílio às pessoas, como um médico, enfermeiro ou psicólogo.

Pode ser que a empresa onde você trabalha tenha esse propósito, levado à comunidade por meio de ações sociais. Fazer parte delas pode ser uma boa!

Agora, independentemente do local em que você trabalhe e a forma como você transmite a sua marca no mundo: escrevendo um livro, plantando uma árvore ou tendo um filho, assumir esse compromisso será uma ação sua, ligada diretamente as suas crenças; a quem você é.

O que eu quero dizer trazendo esse exemplo é que, a sua saúde emocional está ligada ao propósito e ao sentido que você encontra no seu trabalho, que por sua vez, está ligado à sua vida; que por sua vez, está ligado à sua essência; que por sua vez (ufa!), está ligado a algo maior do que 8 horas por dia em um escritório.

Aqui entre nós: esse negócio de “vida profissional e pessoal” é meramente didático. A vida é uma só!

O que você faz no seu dia a dia que se relacione com essa essência e com o seu propósito de vida?

Um abração,

Rodrigo Moreira

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