"Dito Pelo Não Dito" entrevista: Marcelo Saravá

Um cara batuta, chop-chura e porreta.

Neste momento, está em financiamento coletivo no Catarse o livro “Dito Pelo Não Dito”, organizado por mim e pelo Pedro Hutsch Balboni, com mais 10 autores e um ilustrador!

Marcelo Saravá é mais um dos participantes. Ele escreve textos para cinema, TV, teatro, quadrinhos e publicidade e, a nosso convite, nos contou sobre a escrita em sua vida e sobre seus projetos. Apoiando “Dito Pelo Não Dito”, este é mais um dos talentos que você ajuda! Conheça mais sobre o projeto AQUI e leia abaixo a conversa que tivemos com o Marcelo.

O que te levou para a escrita?

Meu ego que é do tamanho do mundo.

Qual foi a primeira coisa que você escreveu e achou o resultado bacana?

Acho que as letras de música que eu escrevia na adolescência. Ainda tenho os cadernos e hoje acho tudo aquilo uma merda. Mas na época eu escrevia e me achava foda.

Quais seus interesses, e como isso te influencia na hora de escrever?

Cinema, TV, teatro, quadrinhos, música, games. Acho que isso acaba influenciando meu jeito de escrever diálogos, principalmente. Tenho também interesse profundo no erotismo, e isso fica claro, acho, em algumas das minhas histórias.

Como está sendo sua experiência com este projeto?

No campo da literatura, esse foi meu primeiro trabalho “encomendado”, e seguindo uma trama preestabelecida. Isso foi bastante gratificante, pois sinto que consegui manter uma identidade minha no capítulo que escrevi.

Tem algum plano futuro relacionado a literatura?

Muitos. Tenho alguns projetos de cinema ou quadrinhos que agora penso transformar em romances. Mas nada ainda digno de ser compartilhado.

O que faltou dizer e não pode ficar dito pelo não dito?

Não sei se o pessoal sabe, mas nós autores do Dito Pelo Não Dito não conhecemos a história. Pois é: eu escrevi um capítulo sem nem imaginar o que vai acontecer depois. Só o Pedro e o Rodrigo sabem a trama toda, e não contam pra ninguém. Tô louco pra ler. Se alguém souber que vazou na internet, favor avisar.

Gostou? Conheça “Dito Pelo Não Dito” AQUI.