Dessa vida mundana,

Eu não quero nem o troco,

Quero prova-la, sem medo,

Sem filtro, sem rôlo.

Quero é beber no gargalo,

O devaneio das horas,

Quero perder-me nos passos,

Nas curvas, nas trocas.

Pra que quando a fonte seque,

A sede não venha demasiada,

E que quando chegue minha hora:

Só “abraços pra rapaziada”

Transmissão encerrada.