Esse trecho: “É empolgante pensar que me conheço e amo, em segredo, cada parte que sente demais em mim mas eu também preciso admitir que só receio descobrir que não existe muito a ser descoberto”, remeteu-me a um verso de Raúl Seixas que sempre marcou muito minha vida (desconsidere o contexto da música):
“E eu que me achava um diamante nas mãos de mendigos só pelo medo de não sê-lo”
Diamante de Mendigo — Raul Seixas
Não sei se há realmente alguma conexão entre os sentidos do seu texto e a música mas, de qualquer forma, o verso me veio à cabeça.