O menino que lia os Grimm
Mal via e estava na pré-Alemanha
Em feérico século cercado de tempo
Um tudo possível de cores saturadas
Mal via, mal via, foi embora de tanto ler
Cresceram os tombos, cresceu a barba
Caíram os dentes, nasceram de novo
Vicejou até o ponto do apodrecimento
Definhou rápido como montanha-russa
Subida leeeeeeeeeenta, queda brusca!
Sempre lendo nunca mais menino
Os Grimm viraram tons pastel
Numa vida preta e branca
Tal todo destino