O início

Um certo dia estava assistindo uma palestra do Eric Thomas — um dia comentarei melhor sobre ela, mas, por agora, deixo-a abaixo -, quando tomei uma porrada verbal daquele motherfucking ex-mendigo. A porrada foi forte e certeira, não soube o que me atingiu e demorei um pouco para me recuperar.

Separe uns 15 minutos, assista ao vídeo abaixo e seja nocauteado.

Pode parecer bobagem, mas o que mais me surpreendeu foi quando ele verbalizou a minha desculpa rotineira: — “Eu não sou bom em (insira aqui sua desculpa); não tenho paciência/potencial para isto”. Qual a resposta do negão? — “Claro que você não é bom em (insira aqui sua desculpa). Você NUNCA tentou!”.

A ideia tinha ficado em minha mente, mas, como sempre, não partia para a ação. Porém, um dia li, no livro Hackeando Tudo, o seguinte Hack do autor: — “Escreva 1000 letras (ou seria palavras? […] Foda-se) por dia”.

Pronto, agora eu tinha um plano traçado e estava pronto para começar a escrever um diário com as minhas desculpas se tornando ações \o/. Agora você, meu querido leitor, deve estar pensando que logo após, no mesmo dia, comecei a escrever este magnífico texto que você lê, correto?

ERRADO

Ainda demorei um certo tempo para colocar a ideia em prática. A arte de procrastinar está em minha vida e é difícil removê-la de uma hora para outra do meu ser.

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Relendo o texto, percebo que comecei a escrever pensando em algo interessante, em soltar alguma frase profunda, mas terminei escrevendo um texto normal, como qualquer outro. Peço perdão se você, ao final da leitura, esperava alguma mensagem motivacional, única e inspiradora; esperava uma pílula mágica em forma de, no máximo, 140 caracteres que mudasse sua vida. Porém, estou longe de ser alguém sábio o suficiente para dar conselhos curtos e arrebatadores a estranhos. Assista um pouco de Eric Thomas, o cara consegue. (blink face)

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