“A vida é aqui e agora!”

Todos os dias morrem inúmeras pessoas ao redor do mundo, é um ciclo interminável... a morte é o fim de tudo para alguns, para outros o início.

Quer seja fim, quer seja início, a certeza é que o tempo passa para todos de forma igual, ricos ou pobres, sábios ou leigos, sempre ele(o tempo) matando a sua própria criação...

A ampulheta da vida não descansa, quando se é jovem há uma imensidão de areia para correr, um verdadeiro “Saara na ampulheta”, porém na velhice restam apenas os créditos e agradecimentos finais... Como em um filme, um filme que é um misto, ora comédia, ora drama, ora ação, ora aventura, enfim...

A morte pode parecer assustadora se vista como o fim de tudo... e nesse sentido a morte de alguém só atinge quem aqui fica... Nesse ciclo constante e veloz surgem grandes incógnitas: “De onde viemos?”, “ Para onde vamos?”.

Voltando aos filmes e deixando de lado algumas filosofias, não todas, pois é impossível refletir sem que haja filosofia, o que nos preocupa não é somente a morte como fim em si, mas a vida sem legado, a história é desenvolvida entre o começo e o fim “entre a apresentação e os créditos finais” esse intervalo chama-se vida, segundo Nietzsche e seu pensamento brilhante “a vida é aqui e é agora”.