Perfeito. O contexto filosófico das leis está sendo turbado. A norma deve refletir o fato social. E o fato social, a evolução, muda a norma. Socializar, reenquadrar presos é função do Estado. Mas, nunca pode ocorrer a balização da pena. A ausência de equidade do delito com a penalidade imposta. Tal postura, a banalização, dá a sensação de impunidade, destruindo o civismo, trazendo via de consequência a falácia que vale tudo. Ao valer tudo, o ser humano se fecha e pensa só em si. Não se agrega. Não forma grupo. E ao não formar grupo, age como uno, só e nõ tem força junto ao Estado. E quem é o Estado? Somos nós. O Estado não é esta casta de esquerda proselitista, que finge estar dividida mas permanece em todos segmentos, enganando com processos eletivos conduzidos. Eu, você, o estado somos nós. Vamos pensar em grupo. Teremos pensamentos distintos, por vezes, isso é salutar, só se evolui no contraponto, mas objetivaremos o bem comum. O individual me diferencia. O coletivo nos une. E União para o bem comum é a finalidade do Estado.