Estou me habituando a retomar a minha escrita a cada início de ano e concomitantemente às viagens de família. A cabeça se refresca e sobra mais tempo para refletir sobre alguns temas que são importantes, mas deixam de ser tocados no dia-a-dia do trabalho.

Recentemente estive em Orlando na Flórida (Os mais críticos me julgariam pela rotina de compras e parques temáticos de uma viajem como essa. Os fans dessas modalidades, me invejariam). Eu, que não sou amante de compras, aproveitei para me divertir nos parques que claramente demonstram o esforço e planejamento do sonho americano. Durante esses dias, notei algumas particularidades desse sonho, principalmente visitando o Walt Disney World. Uma dos pilares sólidas da economia americana, construída após a segunda guerra é o setor de telecomunicação. A AT&T, que já foi uma empresa que manteve o monopólio da industria de telecomunicação do mundo, desde a patente do telefone, pelo seu difusor Alexander Graham Bell é americana. Sendo assim, tudo o que conhecemos hoje de tecnologias da informação no século XXI, ou foram inventadas no Bell Labs (divisão de pesquisa da AT&T durante grande parte da história da empresa) ou teve alguma influencia dessa empresa ao longo da história. …


Recentemente estive viajando pela Ásia com a família a lazer. Visitamos a Tailândia, o Vietnam e Cingapura.

Durante o passeio tive a oportunidade de ver como é grande a diversidade cultural nas edificações asiáticas. Um dos grandes fatores dessa diversidade é a grande pluralidade de culturas e costumes na Ásia. Com 60% da populações do planeta, é de se imaginar que haja muita diversidade. Porém essa diversidade é pouco conhecida por nós, ocidentais.

Bangkok é uma das grandes cidades da Ásia. O que marca a cidade é o contraste entre a modernidade de uma metrópole, a “inconveniencia” da mobilidade urbana caótica e a marca cultural e religiosa sempre presente em praças, monumentos e edifícios públicos. …


Continuando o tema de perspectivas das tecnologias para 2017 e um pouco mais para começar bem o ano.

A afirmação do título pode ser um pouco otimista demais para alguns pessimistas de plantão com relação ao mercado da construção brasileiro. O país, evidentemente já está passando por 2 anos de uma crise acirrada, e provavelmente verá um ano de 2017 bem parado com relação a obras. Isso porque aquelas obras que haviam iniciado em 2013 e 2014, estão sendo entregues em 2016 e 2017. Porém, muitos projetos que estavam em vias de iniciarem este ano, devem ser engavetados ou prorrogados pelos empreendedores da construção.

Sendo assim, a inovação deverá ser a grande promessa para os empreendedores da construção. Mas como? Bom, a maioria desses empresários têm uma visão à frente do mercado de construção e sabem que os movimentos desse mercado acontecem em ciclos. Dessa forma, investir em inovação será o sinônimo de se preparar para os desafios de um horizonte mais promissor nos próximos anos. …

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